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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

03/10/2008 09:34

Prisão do caso Egelte desmantelou quadrilha da Capital

Redação

Para a Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Roubos e Furtos), as prisões de quatro envolvidos no caso Egelte, fizeram com que reduzisse a quantidade de roubos de malotes em Campo Grande.

A Polícia Civil não apresenta números, mas segundo os policiais, a quadrilha era responsável pela maioria desse tipo de roubo e por isso houve a redução. Após a prisão dos três primeiros envolvidos, o bando passou a assaltar residências.

A quadrilha era integrada por Isaias Shabalin, dois adolescentes e Lucas Luan Pereira Ávila, 19 anos. Isaias, que foi quem matou o funcionário da Egelte, e os garotos, foram presos no meio de setembro.

Depois disso, Lucas se juntou ao cunhado, Luimar Thiago, 22 anos, que não tem antecedentes criminais, e ambos passaram a assaltar residências e a cometer crimes no interior do Estado.

Lucas e Luimar roubaram R$ 100 mil em jóias em agosto em Sidrolândia; jóias, roupas, dinheiro e arma em uma residência no bairro Monte Castelo no dia 23 de setembro e também em setembro dinheiro e objetos de um mercado em Anastácio.

Neste último, eles mantiveram o dono do comércio refém em casa para fazer o roubo.

Ambos foram presos na quarta-feira (1º) no bairro Dom Antônio Barbosa. Lucas foi o primeiro. Ele já era procurado pelo crime da Egelte e os policiais chegaram até ele após descobrir que ele utilizava um Gol de cor prata.

Gol também utilizado no assalto no Monte Castelo. As vítimas o reconheceram, assim como Luimar. Com eles os policiais encontraram diversos produtos roubados, assim como a arma levada da casa do Monte Castelo.

Foi apreendido o Gol e um Pálio, este último comprado com o dinheiro do roubo em Anastácio. Com Lucas foi encontrado cocaína e com Luimar uma pistola .45.

Lucas tem passagem pela polícia pelo crime de homicídio quando era adolescente e estava foragido da Colônia Penal desde março deste ano.

Para a polícia, eles passaram a cometer crimes no interior porque já estavam ficando

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