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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

22/10/2013 14:10

Professor investigado por fraudar concurso está suspenso das aulas

Mariana Lopes

O professor Waldemir Ribeiro Acosta, 35 anos, que está sendo investigado por fraudar a prova do concurso público da Polícia Civil, aplicada no domingo (20), em Campo Grande, está suspenso em dar aulas.

A direção da escola estadual Hércules Maymone, onde ele é professor de matemática, não se pronunciou a respeito da situação do educador, mas um funcionário, que não quis se identificar, afirmou que ele está afastado da sala da aula desde ontem (21).

Concurseiro assíduo, Waldemir tem uma ficha extensa de concursos públicos que realizou. Em 2011, por exemplo, ele fez a prova para assistente administrativo da Prefeitura de Sidrolândia, na qual ele ficou em 97º na classificação geral, com 57,5 pontos.

No mesmo ano, ele foi convocado para tomar posse no cargo de assistente de Serviços Organizacionais, do concurso público da Sad (Secretária de Estado de Administração de MS), mas não assumiu.

Waldemir está sendo acusado de passar as respostas das provas do concurso da Polícia Militar, realizado no domingo anterior, dia 13 de outubro, e também no da Polícia Civil, aplicada ontem, aos ex-alunos dele, os gêmeos Diego e Tiago Feliciano Rodrigues, 27 anos.

Segundo a delegada Ariene Cury, os gêmeos foram alunos do Waldemir em 2010, no cursinho Pró Jovem, no bairro Dom Antônio Barbosa. No concurso deste final de semana, os irmãos fizeram a proposta de inscrevê-lo e tinham adiantado o pagamento de R$ 100 dos R$ 500 que ele receberia.

Histórico público - Nas eleições municipais de Campo Grande, em 2004, Waldemir foi candidato a vereador pelo PSDB e ficou como suplente do partido, conforme informações contidas em documentos do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul.

O acusado também foi presidente da ONG (Organização Não Governamental) Instituto Sementes do Amanhã, que trabalha em prol de pessoas carentes. A gestão dele foi de 2008 a 2011. No último ano, ele organizou um mutirão de Páscoa e doou 150 ovos de chocolate para crianças carentes atendidas pela Pastoral Social dos Vicentinos e da Pastoral da Criança no bairro Tijuca II.

Em março deste ano, o professor foi homenageado na Câmara Municipal de Campo Grande, pelo vereador Flávio César, com o título de Jovem Cristão, pelo papel que desempenhou em prol da sociedade carente da Capital.



Ai vai já se mistura religião... desde quando ser católico evangélico macumbeiro ateu é sinônimo de honestidade.....sou católica! dentro da Igreja tem padre pedófilo , tem! na igreja evangélica tem tbm no espiritismo tem também, o que falta é vergonha na cara de algumas pessoas por que também existe muita gente legal e séria religiosa independente da religião, existe pessoas que não estacionam em vagas de idosos de deficientes, ainda bem que tem muita gente indignada com essa atitude principalmente vinda de um professor, mas não é a profissão não é a religião, quando o cara nasce otário é assim, enquanto tiver espertinhos como esses que pagaram pra passar vai ter gente assim achando que são os caras...são uns idiotas e burros! jogou o nome na privada.
 
sandra lima em 22/10/2013 23:22:50
Ele é cristão, cobrando dos estudantes para passarem no vestibular, e ainda pela porta larga? Engraçado que a Igreja acolhe com carinho esse cidadão disfarçado de cordeiro.
 
gervasio asturi de alemar em 22/10/2013 16:26:36
é bem cara de pau mesmo.....Jovem Cristão...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
Helton Cavalheiro em 22/10/2013 16:18:22
que exemplo em professor!!!!
 
Alex andré de souza em 22/10/2013 14:55:52
E se queima por causa de quinhentão? Essa sociedade do lucro épácábá!!!
 
Anita Ramos em 22/10/2013 14:37:00
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