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Campo Grande, Sábado, 21 de Outubro de 2017

30/07/2009 13:00

Professores avaliam prova do novo Enem

Redação

Reformulado, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ganhou reforço no conteúdo e é aposta dos educadores para sepultar a decoreba em prol do aprendizado que possa ser aplicado na vida prática.

Nesta quinta-feira, o MEC (Ministério da Educação) divulgou um simulado com 40 questões, dez para cada área do conhecimento: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática. 

O total passa longe do número de questões do exame real que será aplicado nesses moldes pela primeira vez em outubro, com 182 testes de múltipla escolha e uma redação, contudo, evidencia as mudanças.

O professor Mário Sérgio Savioli, do cursinho Turma do Mário, considera que o exame é "desumano". "São 90 questões por dia. E no segundo dia, o aluno terá, praticamente, uma hora para escrever a redação e passar a limpo".

Ele exemplifica que na UFMS, na primeira fase, a prova continha 42 questões. Para ele, o ideal é que o novo Enem fosse aplicado em quatro dias.

Mas as opiniões são divergentes. "O Enem mudou em relação à proposta original. Mas a mudança não foi negativa, foi positiva. Traz um novo significado para o Ensino Médio", avalia o professor Leandro Tortosa Sequeira, diretor de marketing do colégio Avant Garde.

De acordo com ele, o Enem manteve a característica de aplicar o conhecimento tradicional à prática, entretanto, a reposta não está mais no enunciado da questão. "Agora, a pergunta é para contextualizar", salienta.

Segundo Leandro, outra vantagem do novo formato do Enem é o "fim da decoreba". Para ele, a nova avaliação também vai decretar o fim do comércio de cursos paralelos. "Não adianta fazer um cursinho só para física, química e ficar decorando fórmulas", enfatiza.

Estudante do 3º ano do Ensino Médio, Flávia Giacometti Cavalheiro, de 17 anos, se prepara para as provas do Enem, que serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro.

"Usar o Enem em vez do vestibular tradicional não é de todo ruim. Mas a mudança foi em cima da hora. Acho que as mudanças deveriam ser aplicadas no ano que vem", afirma Flávia, que vai tentar o curso de medicina na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), além de engenharia de alimentos em três universidades paulistas.

A UFMS vai utilizar a nota do Enem na primeira fase do vestibular. Em 2010, o vestibular será totalmente substituído pela prova elaborada pelo MEC.

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