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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

06/10/2011 15:52

Projeto de lei polêmico contra baixaria em músicas começa a ser discutido em MS

Paula Maciulevicius

Projeto semelhante está em tramitação na Assembleia Legislativa da Bahia. Lei proíbe a contratação com dinheiro público de artistas de músicas que contenham baixaria

Na onda da deputada estadual baiana Luiza Maia (PT), o também petista Larte Tetila propõe, em Mato Grosso do Sul, o projeto polêmico que proíbe a contratação com dinheiro público de artistas que cantem músicas vexatórias e incentivadoras do preconceito e da violência contra a mulher.

A proposta tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa do Estado.

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia discutiu o projeto na tarde desta quarta-feira. Na reunião conduzida pelo presidente da comissão e autor, deputado Laerte Tetila, participaram representantes de movimentos femininos.

Tetila explica que a intenção do debate é reforçar o apoio da sociedade para a aprovação da matéria. “Pergunto onde está a informação cultural e a consciência crítica para filtrar o que estamos ouvindo. O que vejo é que quanto mais violência na letra, mais ela vende”, levantou o parlamentar.

Na discussão, um dos assuntos principais foram as letras de músicas consideradas ofensivas à imagem da mulher. A posição da Aflora Articulação Feminista, uma das organizações participantes foi de que músicas com conteúdos como ‘o tapinha não dói’ não acrescentam na cultura.

“Principalmente em um país carregado de machismo, onde há milhares de mulheres vítimas do tráfico e da prostituição”, ressaltou a coordenadora Fernanda Rodrigues.

De acordo com Idalina da Silva, da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), a questão é uma cobrança antiga dos movimentos feministas.

“Não somos contra a verba da cultura, somente queremos que haja uma seleção no momento de repassá-la para que não sejam financiados artistas que usam a violência para se promover”, declarou Idalina. “Uma letra que muitas vezes acham que é inocente, agride”, completou.

No caso da Bahia, o projeto está em tramitação há pouco mais de dois meses, e a deputada Luiza Maia trabalha para pressionar parlamentares que compõem a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Assembleia Legislativa baiana.

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Sou educadora, apoio o projeto de Luisa Maia e de qualquer outro parlamentar que fizer
projetos contra a disciminação, insultos, ofensas às mulheres. Quanto a aprovação, ELA VIRA, pois a própria constituição traz argumentos favoraveis, boa sorte. Salvador-Ba
 
MARIA DAS GRAÇAS DE OLIVEIRA ROCHA em 25/03/2012 01:43:55
Parabéns ao CAMPO GRANDE NEWS por mostrar à população sul-mato-grossense o trabalho dos nossos legisladores, seja no âmbito municipal quanto estadual. Esta não é a primeira notícia que li nos últimos dias por aqui onde relatam a inciativa dos PL dos nossos representantes nas Casas Legislativas.
 
Murillo Duarte em 06/10/2011 07:03:55
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