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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

22/01/2009 15:09

Quase um mês após rebelião, nada foi reformado no IPCG

Redação

Quase um mês depois da rebelião que destruiu parte do IPCG (Instituto Penal de Campo Grande), nenhuma obra foi feita no local. O início dos trabalhos depende de recursos e nada foi liberado até o momento.

"A gente trabalha como pode", afirma um funcionário da unidade, que não quis se identificar. Segundo o servidor, os trabalhos no presídio ficam comprometidos.

Ele lembra que a entrada do Pavilhão II e o setor administrativo foram destruídos durante o motim. Os dois locais estão desativados.

Conforme o agente, depois do tumulto, a única ação feita para dar início à obra foi o levantamento do que deverá ser reformado. Um engenheiro vistoriou o presídio e, a partir da inspeção, poderá ser apontado o valor necessário à obra.

De acordo com o diretor interino na Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Luís Alberto Ojeda, o processo para reforma do IPCG está em trâmite. A Agesul esclarece que o processo está em fase de conclusão do orçamento.

No dia 24 de dezembro do ano passado, véspera do Natal, detentos de grupos rivais entraram em confronto. Internos que estavam com botijões de gás iniciaram o incêndio, que destruiu os setores da unidade.

Familiares de presos que estavam no IPCG para a visita natalina foram mantidos reféns. Os detentos começaram o tumulto como retaliação à presença do PCC (Primeiro Comando da Capital) do presídio.

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