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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

17/05/2011 21:44

Senadores de MS criticam livro didático que admite erros de concordância

Paulo Fernandes

Os senadores sul-mato-grossenses Waldemir Moka (PMDB), Delcídio do Amaral (PT) e Marisa Serrano (PSDB) criticaram a presença em livros de português de exemplos de frases que contrariam a norma culta da língua. As críticas foram feitas nesta terça-feira, no Congresso Nacional, e no caso do petista, ontem, no Twitter.

Distribuído pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) para 485 mil alunos jovens e adultos de mais de 4 mil escolas, o livro 'Por uma vida melhor”, da coleção Viver, valida erros de concordância como “os livro” e “nós pega o peixe”.

Moka calculou que pelo menos 80% dos professores não concordariam com a inclusão de frases com a concordância errada nos livros didáticos.

"O livro 'Por uma vida melhor' defende a supremacia da linguagem oral sobre a escrita. Essa é de lascar", opinou Delcídio.

E a senadora Marisa Serrano afirmou que sem o estímulo ao uso correto da língua oficial "vamos virar a casa da mãe Joana". Ela lembrou o papel unificador da língua em países como China e Índia, que têm inúmeros dialetos, mas aceitam apenas uma língua oficial.

Para a senadora, a população está perplexa com o livro adotado pelo MEC. “A língua serve para preparar a pessoa para a cidadania, para que ela tenha uma vida social e profissional ativa. Se não tivermos uma língua correta, vamos virar aqui a casa da mãe Joana. Nunca mais saberemos o que é correto e o que não é correto”, afirmou. Ela diz não fazer sentido o argumento de preconceito lingüístico.

Outros senadores da Comissão de Educação também criticaram a obra. Ex-ministro da Educação, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou que o país não pode ter duas formas de falar e lembrou que, nos concursos públicos, cobra-se o português correto. “É um erro nós dividirmos português de rico educado e de pobre não educado”, disse. (informação acrescentada às 22h16)

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Se "os livro" estiver correto eu passo a concordar que "Osmar" também esteja.
 
Omar Mariano em 18/05/2011 12:00:36
Felicita-me saber que os leitores do campograndenews, ao menos aqueles que aqui deixaram sua opinião se opõem a uma vergonha como esta que tentam impingir-nos. Creio que "as mentes imbelicizadas" que criam estas normas, querem nivelar sua convivencia, ou seja, viver entre iguais!
 
AMAURI DA SILVA em 18/05/2011 11:36:24
É sinal dos tempos. As mentes imbecilizadas estão se apoderando até da Lingua Portuguesa. Infeliz esta geração que além de não saber falar sua lingua pátria, ainda correrá o risco de ter dois homens como pais.
 
Junior Saboya em 18/05/2011 10:41:46
O capítulo do livro onde estariam os propalados erros é autoexplicativo: "Escrever é diferente de falar". E viva Adoniran Barbosa!
 
José Robson em 18/05/2011 09:02:42
Só posso fazer um comentário sobre este "livro didático"...com diria o Boris Casoi..."Isto é uma vergonha"!!!!!!!!!!
 
Renato Antônio Barbosa em 18/05/2011 07:57:57
- Barbaridade ! Depois da reforma ortográfica (até agora percebida por poucos), aparecem livros didáticos permitindo o "assassinato" deliberado da nossa rica língua portuguesa... Não bastasse a mania brasileira de "americanizar" nosso idioma miscigenando nosso vocabulário com "play-ground", "happy-hour", "feed back","pit stop" entre outras centenas de vocábulos; ainda temos que conviver com "professores" que acham correta a construção de orações sem concordancia? Só aqui nesse país tupiniquim mesmo ! Vamos nos orgulhar ao menos de nossa lingua, buscando a aplicação correta da mesma em todas as sua formas. Alguns deslizes serão sempre permitidos, afinal nem todo mundo é um "Pasqualle", mas daí a permitir o uso incorreto da lingua já me cheira a irresponsabilidade, ou então vamos abolir de vez a ortografia e a gramatica de nossa grade curricular. Abaixo a baderna na cabeça dos alunos, viva o Brasil, Viva nosso Idioma... e vamos em frente.
 
Zuza Ratier em 17/05/2011 10:53:59
Seria mais fácil criar uma lei com o seguinte teor: Tudo é preconceito. revongam-se as disposições em contrário. E então teríamos os país perfeito.
 
alcenair nobre costa em 17/05/2011 10:42:03
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