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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/11/2009 18:37

Servidor da PB fraudava INSS com nome de moradores de MS

Redação

Um servidor do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) fraudava o órgão em que trabalha utilizando nomes de moradores de Mato Grosso do Sul.

De acordo com a PF (Polícia Federal) o funcionário público foi preso nesta quarta-feira, durante a operação Cartão Mágico.

Conforme a PF, o servidor utilizava CPF's e NIT´s de moradores de Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Sul, Bahia e Rio de Janeiro, sem o conhecimento deles.

Segundo a PF, eram feitas pequenas alterações nos nomes dos titulares dos documentos e os dados eram inseridos nos sistemas da previdência social, resultando na concessão indevida de benefícios para pessoas que na realidade não existem.

A investigação do grupo de fraudadores iniciou em junho de 2009. O prejuízo aos cofres da União foi estimado em R$ 4,5 milhões, conforme análise, por amostragem, de 82 benefícios concedidos entre 2001 e 2008.

Além do servidor, foram presos a esposa dele, um irmão dele e uma cunhada. As prisões e buscas foram realizadas nas cidades de Campina Grande, João Pessoa e Maceió, Alagoas. Foram cumpridos mandados em residências e na agência Floriano Peixoto da previdência social em Campina Grande.

A Operação contou com a participação de seis servidores da previdência social e 46 policiais federais, que cumpriram 11 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão.

O Ministério Público Federal impetrou ação judicial visando o seqüestro imediato dos bens dos investigados.

A Operação consiste na 43ª ação da Força Tarefa Previdenciária no País no ano de 2009. Ao todo, já foram cumpridos 376 mandados de busca e apreensão e 249 mandados de prisão.

O nome Operação Cartão Mágico foi adotado em virtude do fato do grupo, com auxílio de servidor, ter inserido dados falsos nos sistemas da previdência social que resultaram na concessão de vários benefícios indevidos.

De posse dos cartões, os membros do grupo conseguiram a mágica de multiplicar seus patrimônios, adquirindo vários imóveis nas cidade de Campina Grande e João Pessoa.

As pessoas envolvidas serão indiciadas pelas práticas dos crimes de estelionato qualificado, formação de quadrilha, inserção de dados falsos em sistema de informática do CFB, com previsão de penas de reclusão.

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