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Campo Grande, Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

19/09/2009 10:30

Sindicalistas chamam população para debater jornada

Redação

Sindicalistas se concentraram no centro de Campo Grande neste sábado para convidar a população a participar da audiência pública sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas.

O ato acontece na segunda-feira, na Assembléia Legislativa, a partir das 14h.

A panfletagem foi feita esta manhã no cruzamento das ruas 14 de julho com a Barão do Rio Branco. Encabeçaram o movimento o presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Samuel da Silva Freitas e da Força Sindical, Ildemar da Mota Lima.

Segundo Samuel, também foram convidados deputados federais e senadores. Na audiência, os sindicalistas querem saber a posição de cada parlamentar sobre a proposta, que tem previsão de ser analisada no fim de outubro.

"Queremos saber a posição de cada um sobre a proposta e debater com eles o assunto", comentou.

Segundo os sindicalistas, a redução da jornada não traria benefícios somente para os trabalhadores, mas também para os empresários.

"Entendemos que a redução vai aumentar a produção, porque o trabalhador rende mais quando tem jornada menor. Também pode estudar, se qualificar, desta forma o empresário não precisa nem pagar hora extra, porque há mais funcionários, e nem trazer mão de obra de fora", detalhou Samuel.

Para o presidente da Força Sindical, Ildemar da Mota Lima, a história mostra que, em outros países, a redução da jornada aumentou a produção e não trouxe prejuízos ao empresariado.

Não é o que pensam os proprietários de empresas. Para eles, é quase impossível perder tempo de trabalho dos funcionários e contratar mais mão de obra, já que a carga tributária não será reduzida pelo governo.

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