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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

06/04/2015 20:32

Sindicatos defendem autonomia dos reajustes sobre situação econômica do Estado

Daniel Machado
A nota oficial da Fetems é assinada pela direção da entidade, comandada por Roberto Magno Botareli (Foto: Arquivo Campo Grande News)A nota oficial da Fetems é assinada pela direção da entidade, comandada por Roberto Magno Botareli (Foto: Arquivo Campo Grande News)

A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) e o Fórum dos Servidores Públicos de Mato Grosso do Sul se pronunciaram nesta segunda-feira (6) por meio de notas oficiais solicitando ao Governo do Estado afirmando que a atual situação econômica adversa nos cofres públicos não pode comprometer o reajuste dos servidores públicos estaduais, que tem data-base no próximo mês de maio.

A reação das entidades se deu a partir da reportagem “Queda na arrecadação ameaça reajuste salarial de servidores estaduais”, publicada hoje pelo Campo Grande News, na qual o secretário estadual de Administração e Desburocratização (SAD), Carlos Alberto de Assis, alega que “uma queda de receita sempre compromete (a capacidade de negociação de reajuste)” e, com isso, acaba-se tendo de “rever uma série de coisas”.

Segundo nota da Fetems, os servidores da educação não abrirão mão, “em hipótese nenhuma, do pagamento do restante dos 10,98% do reajuste dos professores da Rede Estadual de Ensino, conforme a Lei Estadual n° 4.464, de 19 de Dezembro de 2013”, nem deixarão de negociar um “reajuste digno para os funcionários da educação, que possuem data-base em maio deste ano”.

Já de acordo com o comunicado do Fórum dos Servidores, a entidade “irá lutar para mudar qualquer realidade que possa atingir os direitos de valorização dos servidores públicos de MS” pois não pode “pagar os ônus da política econômica de arrecadação do Estado”.

A Fetems, que diz representar o maior número de servidores públicos estaduais (cerca de 45%), informou ainda contar com a palavra do governador Reinaldo Azambuja que, no início das negociações salariais do magistério, teria firmado "compromisso de valorização da categoria" e conclui a nota esperando "que o mesmo cumpra com o acordado e com as afirmações de que o caminho para a construção de um MS melhor é seguir valorizando os seus servidores públicos, que dia a dia, dão seu suor e trabalho para a construção de um estado melhor e mais justo".

 

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