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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

21/03/2011 16:23

TJ reforma sentença que mandou Zeolla a júri e exclui motivo torpe

Marta Ferreira
O procurador aposentado Carlos Alberto Zeolla: recurso aceito pelo TJ.(Foto: Arquivo)O procurador aposentado Carlos Alberto Zeolla: recurso aceito pelo TJ.(Foto: Arquivo)

A 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul determinou, nesta tarde, a reforma da sentença que mandou a júri popular o procurador aposentado Carlos Alberto Zeolla, réu pelo assassinato do sobrinho, Cláudio Alexander Joaquim Zeolla, de 23 anos, ocorrido em março de 2009.

Os desembargadores acataram o recurso da defesa pedindo a retirada de uma das qualificadoras aplicadas ao crime na sentença, segundo a qual Zeolla cometeu homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.

A defesa contestou o motivo torpe e, por dois votos a um, o pedido foi aceito. Zeolla, conforme a determinação do TJ, será julgado, então, por homicídio qualificado.

O advogado Ricardo Trad informou que o recurso aceito se baseou no argumento da defesa de que Zeolla fez o que fez porque estava revoltado com o sobrinho por ter agredido o vô, pai do procurador, no dia anterior, o que não configura a torpeza.

E agora Com o resultado do recurso no Tribunal de Justiça, o processo agora volta para 1ª Vara do Tribunal do Júri, onde o juiz responsável dará seguimento, abrindo prazo para a convocação de testemunhas da defesa e acusação no plenário.

Ele também poderá marcar a data do julgamento, mesmo ainda sendo possível haver recurso por parte do MPE (Ministério Público Estadual).



Navalhar a própria carne, não e fácil. Parabéns
 
Emilio Carlos Silva em 21/03/2011 09:35:08
A justiça hoje tem que estar vigilante no campo do comportamento social e psicológico dos jovens que nunca amadurecem , tornam-se adultos para algumas pequenas coisas como sexo, festas e outras coisas ,enfim transformam a família em verdadeiro inferno ,quando estes jovens atuais não cometem atos ilícitos nas ruas , acabam cometendo em seu domicílio daqueles que os alimentam , vestem e fornece um lar , mas para muitos jovens atuais nada disso tem valor ,principalmente o respeito , quando casos ocorrem todos os dias em todo Brasil? o estudo deste caso certamente fornece dados para uma excelente tese de Doutorado em Direito , até que neste caso do procurador o mesmo é vítima ?ou réu ? Quem provocou esta história com um final triste ?Sem dúvida alguma é um caso complexo . O procurador homem que já estava debilitado em sua saúde ,segundo as informações estava tratando-se de Depressão ,qual a origem desta patologia no procurador ? a origem desta doença pode ser de caráter profissional ou do convívio familiar ou social , poderíamos considerá-lo inimputável de acordo com vasta jurisprudência e Lei existente ? Depressão por acaso não é uma doença mental ? quem tem Depressão ou alguém na família com esta doença , ainda hoje em pleno século 21 procura escondê-la , tal o preconceito social com este tipo de patologia , e a sociedade como um todo está a cada minuto ,hora e dia fabricando milhares com depressão , alguns procuram o médico , outros não . Para a sociedade em geral Depressão é um caso de loucura , fulano está com Depressão logo fulano está louco , esta é a realidade da conduta social hoje em todo Brasil , já que para a sociedade Depressão é loucura , pergunto um louco é responsável pelo seus atos ? apenas utilizei um pouco do vasto debate do direito do contraditório e da ampla defesa . Aguardemos !
 
paulo roberto marques pereira em 21/03/2011 06:21:10
Meu Deus, se os motivos desse crime não são torpes para a justiça!! Então o que é torpe então????
 
Carlos Lima em 21/03/2011 05:57:32
Fez o q fez da forma q fez e como fez , não configura motivo torpe????????????
Tô fúemalpago...... Agora que tô entendendo tudinho tudinho.
 
Orlando Lero em 21/03/2011 04:33:35
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