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01/05/2017 07:50

7 países. 7 formas diferentes de cortar a carne

Mário Sérgio Lorenzetto
7 países. 7 formas diferentes de cortar a carne

Os cortes da carne bovina variam segundo o país e o gosto de seus habitantes. Os estrangeiros têm dificuldade de entender nossas churrascarias. Surpreendem-se com os garçons cortando as carnes já cozidas de mesa em mesa. Assim como nós consideramos estranho o costume de coreanos e japoneses de assar a carne em uma churrasqueira incrustada na mesa. O jornal El País visitou oito países, inclusive o Brasil, que praticam oito diferentes tipos de corte da carne de vaca.

1. Chadolbaegi ( Coréia do Sul). Lâminas de carne semelhantes a papel são cozinhadas, volta a volta, na "gogi gui", a churrasqueira coreana que fica assentada na mesa. O chadolbaegi é obtido do peito da vaca. É molhado, após estar selado, em um molho de azeite, pimenta e gergelim.

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2. Zabuton ( Japão ). A almofada que se usa no Japão para sentar-se se chama "zabuton". Tem um formato retangular. Igual ao corte de carne mais popular nesse país. Usam, preferencialmente, carne de Kobe, que se apresenta muito marmorizada - com finas linhas de gordura entremeadas com o músculo. Elas existem nos restaurantes " yakiniku", onde o cliente cozinha a carne em uma pequena churrasqueira construída na mesa.

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3. Marucha ( Argentina ). O corte predileto deve ter duas partes: o "ojo" (olho), que é o músculo, mais suculento e a "marucha" ou "tapa", a camada de gordura que recobre o "ojo". Assemelhado à nossa picanha.

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4. Plateada (Chile). Pode ser dura se não for de um animal jovem. É a carne encontrada sob as costelas, na parte dianteira da barriga. É um corte com uma espessa camada de gordura que normalmente é mantida para assar, ficando com mais suco. Nos EUA é usada para fazer pastrami.

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5. Tomahawk ( Estados Unidos ). O "tomahawk" é o machado dos índios norte-americanos. O corte de carne bovina mais popular é semelhante a um pequeno machado. Uma costela com um osso mais longo, sem carne alguma pela metade, adquirindo o aspecto da arma.

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6. Arrachera ( México ). É a parte exterior do diafragma, o músculo que fica junto às costelas. É uma carne de intensa cor vermelha, saborosa e com muito suco. Fica pouco tempo na brasa e é colocada em tacos com todo tipo de molhos e pimentas.

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7. Araignée ( França). Assim é conhecida a carne que se retira da espinha dorsal da vaca. Requer destreza e tempo do açougueiro. "Araignée", significa "aranha", a forma que adquire quando se desprende do osso. É um corte com muito suco.

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China vai às compras no Brasil

Os chineses gastaram nada menos de US$5,6 bilhões no Brasil. É o ritmo mais intenso de compras de empresas dos últimos anos. Entre fusões e aquisições os asiáticos assumiram o primeiro posto em aquisições com um percentual de 37% do total, superando até mesmo os brasileiros (gastaram US$4,2 bilhões). O ritmo mais forte de compras chinesas acontece paralelamente à elevação do superávit brasileiro no comércio com a China. Com o aumento das exportações, puxadas por minério de ferro, e com o ritmo ainda lento das importações de produtos chineses, o saldo comercial a favor do Brasil subiu de US$1 bilhão no primeiro trimestre do ano passado para mais de US$5 bilhões no mesmo período de 2017.

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Lucro dos bancos volta a subir

Depois de um ano de queda, o resultado dos grandes bancos brasileiros começa a subir. Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santader atingirão quase R$15 bilhões de lucro nos primeiro trimestre de 2017, alta de 21% em comparação com o mesmo período do ano passado. A recuperação têm relação com a melhoria da economia. O primeiro trimestre do ano passado foi o "buraco mais negro" em que eles se meterão com as perdas bilionárias originadas pelo calote da fornecedora de sondas do pré-sal Sete Brasil. Os banqueiros estão com expectativa que este trimestre sinalizará o fim do ciclo de alta da inadimplência que não parava de crescer desde 2015.



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