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Em Pauta

Ômicron na África: crianças e jovens são os mais infectados

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 02/12/2021 13:47
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

As autoridades sanitárias da África do Sul passaram a um novo nível de preocupação com a ômicron: à partir de 1 de dezembro, estão recebendo nos hospitais "pacientes mais jovens com covid, alguns menores de cinco anos", anunciaram. Nesse mesmo dia, dobrou o número de infectados diariamente : até o dia anterior, era pouco mais de 4.000, passou a mais de 8.000.


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Mais de 60% dos casos são de crianças e jovens.

O governo está há semanas tentando convencer os adolescentes, com mais de 12 anos, a receberem a vacina. As estatísticas mostram que mais de 60% dos casos registrados são de crianças e de jovens menores de 30 anos. O país só vacinou 35% de sua população adulta. O rechaço da vacina, especialmente entre os jovens, se deve a que, apesar da grande campanha de informação e sensibilização, desconfiam do governo, temem se tornar estéreis, outros dizem que seu DNA será mudado. Mas a maioria, diz ter motivações religiosas, pois um grande número de pastores os induzem a não tomar a vacina.


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Pessoal médico com covid.

Outra preocupação das autoridades sul-africanas é com médicos e enfermeiras. Há um grande percentual deles que está infectado. A questão não é com o risco de vida, pelo contrário, como a quase totalidade de enfermeiros e médicos já tomou a terceira dose, estão tendo um "resfriadinho mais prolongado". Os sintomas do pessoal médico são leves, mas eles deixam de ir ao trabalho por 40 dias, criando buracos nas escalas em um país com grande falta desses profissionais.


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Transmissão muito rápida. Esperança de baixa mortalidade.

Acreditam que nas próximas duas semanas terão um diagnóstico melhor das infecções acusadas provavelmente pela ômicron. Não tem certeza de que seja essa variante pela falta de testes específicos. No momento, só podem garantir que a velocidade de transmissão é altíssima. Mas mantém as esperanças que a ômicron não seja muito mortal. Para quem tomou as três doses, há quase certeza de que não correrão para os hospitais. Mas pedem cautela, não há certeza de nada, além da velocidade de transmissão.

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