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27/05/2017 11:38

Papa Francisco conclama Trump para a paz

Mário Sérgio Lorenzetto
Papa Francisco conclama Trump para a paz

"Um encontro frio", é o que a imprensa do Vaticano e romana vem afirmando sobre a reunião entre o Papa Francisco e o presidente norte-americano Donald Trump. Após meses de declarações tempestuosas entre os dois mandatários, resolveram encontrar-se no Vaticano.
Trump chegou com sua esposa, Melania, sua filha, Ivanka e o esposo desta. Não se esperava grande sintonia. A cara do pontífice, sempre sorridente, estava extremamente séria. Sentaram-se em uma mesa da biblioteca e começaram uma reunião que durou 27 minutos. Havia certa tensão. Divergem em praticamente em todas as linhas de gestão do novo governo dos USA - imigração, venda de armas, meio ambiente, economia... E não um encontro longo, especialmente quando se compara com os mais de 50 minutos que Francisco dedicou a Barack Obama, com quem mantinha excelente relação.
Ao final, Francisco presenteou Trump com uma medalha onde está impresso um ramo de oliva e disse-lhe: "É uma medalha de um artista romano. A oliva é um símbolo de paz. A dou para que seja instrumento de paz". Trump respondeu: "É uma grande honra para mim [reunir com o Papa]". Francisco não lhe respondeu e a porta foi fechada.

Papa Francisco conclama Trump para a paz

Crise: Standard & Poor´s vê risco maior em investimento no Brasil.

A Agencia de notação Standard & Poor´s afirmou que colocou o "rating" do Brasil (classificação de risco ao investir dinheiro) dois pontos abaixo do aconselhamento de investimento. Agora, estamos em "observação negativa". A decisão foi tomada devido ao possível atraso das reformas econômicas por causa dos recentes escândalos. "O cenário político tornou-se outra vez complicado", dizem os analistas da S&P.
O "rating" brasileiro, dois níveis abaixo da recomendação de investimento, ou seja, em "junk" (lixo), como é normalmente conhecido, pode ainda descer mais se a S&P concluir que os escândalos efetivamente atrasarão as reformas. Esta coluna já havia afirmado que o dinheiro desapareceria. Aconteceu. E pode piorar.

Papa Francisco conclama Trump para a paz

O colossal exército dos EUA e as críticas ao brasileiro.

O exército brasileiro vem ampliando parcerias com o dos Estados Unidos. Treinamentos, provas de paraquedismo e os preparativos para o "Amazonlog", um grande exercício de logística, com a participação de ao menos dez países, que ocorrerá em novembro na Amazônia são algumas das iniciativas entre as forças armadas dos dois países. As forças esquerdistas estão criticando o Amazonlog, entendem que podemos perder nossa soberania. Tudo leva a crer que, em verdade, a esquerda brasileira esteja defendendo os interesses da Venezuela que, dificilmente, participará dessas manobras militares. Equivocam-se.
Treinamentos, em qualquer atividade humana, deve ser feito com os melhores e mais apetrechados. E não há que pensar em perda de soberania, os Estados Unidos possuem um grande número de pequenas áreas de território dentro de países soberanos que servem de base para suas forças armadas. São 752 instalações militares em mais de 130 países. Em 65 dessas bases militares há um numero significativo de soldados. Na Alemanha há mais de 70.000 soldados dos EUA e há outros 40.000 no Japão. Eles estão nesses países continuamente desde 1945. A esquerda brasileira só fala em soberania quando não está no poder. Os EUA não estão discutindo a instalação de bases em território brasileiro. Mas, se existe um país para os EUA se preocuparem na América Latina, indubitavelmente é a Venezuela de Maduro. Onde existem problemas, eles instalam bases novas ou reforçam as antigas.
No momento há mais de 36.000 soldados norte-americanos estacionados na Coreia do Sul - estão por lá desde 1950 e o número vem crescendo desde a posse de Trump. Novas guerras sempre significam novas bases para os EUA. Compraram os campos de Bondsteel, no Kosovo, a base aérea de Bishkek, no Quirguistão e 10.000 soldados dos EUA ainda estão no Afeganistão. Não se deve esquecer que uma formidável tecnologia militar pode ser disparada dessas bases.
O poder de fogo dos EUA é colossal. Em terra eles dispõem de 9 mil tanques M1 Abrams. O resto do mundo não têm nada que possa competir. No mar, os EUA possuem nove grupos de batalha de "super porta-aviões". O resto do mundo não têm nenhum. Eles também estão muito 'a frente na produção de misseis inteligentes e aviões para grande altitude sem piloto. É um imenso império militar. Ou preferem treinar com as tropas venezuelanas?



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