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Em Pauta

Por que há tanta comoção com o falecimento de celebridades?

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 10/11/2021 06:40
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

De repente, muitos brasileiros sentiram o baque da morte de Airton Sena, assim como da sertaneja Marília Mendonça, como se eles fossem integrantes de suas próprias famílias. Existe um fenômeno na neurociência que explica esse sentimento. Chamados de neurônios-espelho, são os responsáveis por impactar diretamente o emocional das pessoas. Vale, também, para acontecimentos bons.


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Desconhecido na rua está triste?

Os seres humanos estão tão acostumados a se identificar uns com os outros, através desses neurônios-espelhos, que qualquer um de nós sabe, por exemplo, se uma pessoa desconhecida que vemos na rua está triste ou não. Também vale para o nojo. Se você observar alguém com feições de nojo ao tomar uma bebida, terá a mesma sensação que ela. Há uma imensa gama de emoções determinadas pelos neurônios-espelho.


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O choro do outro é teu.

As emoções, em geral, podem ser espelhadas por esses neurônios que estão localizados na parte frontal e lateral de nosso cérebro. Nossas células refletem o sentimento que determina as lágrimas e trazem de volta momentos que já vivenciamos. Essa é uma das principais chaves para decifrar o comportamento e a socialização dos humanos. Esses neurônios espelhados são tão importantes que há estudos demonstrando que interferem até na linguagem facial silenciosa. Conseguimos, através deles, saber se pequenas mudanças na face são importantes e devem ser copiadas por nós.

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