Carnaval deve movimentar R$ 25,2 milhões no comércio de Campo Grande
O gasto médio previsto é de R$ 550 por pessoa, conforme pesquisa feita pela FCDL-MS
O Carnaval deve movimentar R$ 25,2 milhões no comércio de Campo Grande neste ano, segundo levantamento realizado pela FCDL-MS (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul) e pela CDL-CG (Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande). O resultado estima crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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O Carnaval em Campo Grande deve movimentar R$ 25,2 milhões no comércio em 2024, representando um crescimento de 5% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa da FCDL-MS e CDL Campo Grande. O gasto médio previsto é de R$ 550 por pessoa, principalmente em alimentação, vestuário e transporte. A cidade deve concentrar o maior volume interno de consumo do Estado, atraindo moradores de Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Corumbá e Naviraí. Cada real investido no evento gera até sete vezes mais retorno para a cadeia produtiva local, beneficiando comércio, serviços e fornecedores.
O gasto médio previsto é de R$ 550 por pessoa, principalmente com alimentação fora de casa, vestuário, calçados, transporte por aplicativo e lazer. Shoppings centers, polos gastronômicos e corredores comerciais aparecem entre os locais mais procurados.
O levantamento também indica que cada real aplicado na realização do evento gera até sete vezes mais retorno para a cadeia produtiva, considerando comércio, serviços e fornecedores.
Durante as festividades, Campo Grande concentra maior volume interno de consumo do Estado, em razão do deslocamento de moradores do interior do Estado, como de Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Corumbá e Naviraí. Moradores desses municípios elevam o número de consumidores circulando na Capital.
“O Carnaval interfere diretamente no faturamento do varejo. Quando há estrutura e organização, o consumidor permanece na cidade, compra no comércio local e utiliza serviços”, disse o presidente da CDL Campo Grande, Adelaido Figueiredo.
A presidente da FCDL, Inês Santiago, complementou que o período carnavalesco ativa toda a cadeia econômica. “Há impacto no comércio, nos serviços, no transporte e no turismo, com circulação de renda entre os municípios e o aumento da atividade econômica regional”, completou.
A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de janeiro, com 570 consumidores da Capital e do interior, com suporte técnico do SPC Brasil.
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