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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

01/03/2012 11:34

Cesta básica em Campo Grande fica R$ 5 mais cara em fevereiro

Fabiano Arruda
Com alta de 13,14%, feijão foi o principal responsável pelo aumento. (Foto: Marlon Ganassin)Com alta de 13,14%, feijão foi o principal responsável pelo aumento. (Foto: Marlon Ganassin)

O custo da Cesta Básica Alimentar Individual subiu para R$ 257,95 no mês de fevereiro em Campo Grande, alta de 2,25% em relação ao mês de janeiro, quando registrou preço de R$ 252,27.

Segundo informações da Semac (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia), o feijão, com alta de 13,14%, foi o produto que mais contribuiu para o aumento devido à baixa oferta por conta da quebra de safra.

Dos 15 itens com compõe a cesta, 11 registraram alta. Depois do feijão, o produto que mais encareceu foi o alface com 8,42% em virtude do excesso de chuvas no início do ano.

Laranja com 6,01%; batata (4,08%); arroz (3,97%); pão francês (3,15%); banana (2,47%); macarrão (2,29%); carne (1,49%); margarina (1,21%) e óleo (1,01%) também ficaram mais caros.

Já os produtos que acusaram queda de preço foram: tomate 20,04%; açúcar cristal 0,59% e leite 0,51%. O sal manteve seu preço inalterado, conforme a Semac.

Em relação à renda mensal, a pesquisa da secretaria constatou que em fevereiro o trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 622 precisou comprometer 41,47% para aquisição da Cesta Alimentar, restando-lhe R$ 364,05, enquanto, em janeiro, representava 40,56% para atender suas outras necessidades básicas como: água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros.

Ainda conforme a Semac, no acumulado dos últimos doze meses, a cesta apresenta variação positiva de 8,30%. Já no acumulado dos últimos seis meses (setembro de 2011 a fevereiro de 2012), o índice é de 7,41%. Caso sejam considerados os meses de março do ano passado a fevereiro de 2012 a variação também aponta preços em alta, de 2,96%.

Em relação aos últimos seis meses, feijão, banana, alface, sal e arroz foram os produtos que assinalaram maiores altas.

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