Com alta no preço das roupas, inflação na Capital fica em 0,48%
Em relação aos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,60%
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de Campo Grande foi de 0,48% em janeiro, conforme publicado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (10). A inflação foi puxada pela alta do grupo vestuário, logo após as festividades do fim do ano.
RESUMO
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O IPCA de Campo Grande registrou alta de 0,48% em janeiro, impulsionado principalmente pelo setor de vestuário, que apresentou aumento de 1,25%. Nos últimos 12 meses, o índice acumulou 3,60%, superando os 3,14% do período anterior. Dos nove grupos pesquisados, oito tiveram alta, com destaque para joias (3,58%) e vestuário masculino (2,67%). O setor de alimentação apresentou queda de 0,05%, com redução nos preços do arroz (-5,21%) e leite (-3,60%), enquanto o tomate subiu 22,03%. Na habitação, houve reajuste de 3,98% na taxa de água e esgoto.
Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,60%, acima dos 3,14% dos 12 meses imediatamente anteriores. Se comparar com janeiro do ano passado, o índice foi de 0,04%.
No Brasil, o IPCA de janeiro foi de 0,33%. Nos últimos doze meses, o índice acumulado ficou em 4,44%. Em janeiro de 2025, a variação havia sido de 0,16%.
Dos nove grupos pesquisados em Campo Grande, oito apresentaram alta. O grupo habitação ficou com índice em 0,59%; artigos de residência, 0,87%; vestuário, 1,25%; transportes, 0,54%; saúde e cuidados pessoais, 0,68%; despesas pessoais, 0,47%; e comunicação, 1,01%.
Alimentação e bebidas e o grupo educação tiveram retração de 0,05% e 0,03%, respectivamente.
Grupos – Vestuário registrou aumento de 1,25%, puxado pelos subitens joia (3,58%) e camisa/camiseta masculina (2,67%). Entre as quedas estão os subitens calça comprida feminina (-2%) e sapato masculino (-1,48%).
O grupo alimentação e bebidas teve queda de 0,05% em janeiro. A alimentação no domicílio registrou variação de -0,23%, com influência das quedas do arroz (-5,21%), do leite longa vida (-3,60%) e do frango em pedaços (-4,59%).
Em relação às majorações, os destaques são o tomate (22,03%), batata-inglesa (7,79%) e o queijo (3,31%).
A alimentação fora do domicílio acelerou 0,50%, refletindo as altas de 0,87% no lanche e de 0,06% na refeição.
A habitação teve variação de 0,59%. A alta da taxa de água e esgoto (3,98%) foi influenciada pelo reajuste de 4,49% a partir de 3 de janeiro.
Houve queda de 1,18% na energia elétrica residencial. Em dezembro estava em vigor a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Já em janeiro, a bandeira vigente era a verde, sem custo adicional para os consumidores.
O grupo transportes teve aumento de 0,54%, com influência direta dos combustíveis. O maior impacto positivo veio do etanol (3,32%), da gasolina (2,05%) e do automóvel novo (1,12%).
Entre as quedas, ganham destaque transporte por aplicativo (22,35%) e passagem aérea (7,44%).
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