Falta de medicamento para transplantados vira alvo de inquérito em MS
Secretaria justificou que descontinuidade de fabricação e atraso de fornecedor provocam desabastecimento
A falta do medicamento Ciclosporina na rede pública de Mato Grosso do Sul é apurada por inquérito civil que o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) tornou oficial hoje (10). As versões de 25 mg e 50 mg estão ligadas a uma crise de desabastecimento.
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O nome consta na lista dos medicamentos controlados fornecidos gratuitamente pela Casa de Saúde, administrada pela SES (Secretaria Estadual de Saúde). Segundo informações desse arquivo, a Ciclosporina é indicada para o tratamento de pessoas que receberam transplante renal, de coração, pulmão e de outros órgãos e tecidos, além de doenças como anemia, dermatite atópica, psoríase e outras relacionadas aos rins.
À reportagem, a pasta estadual justificou que a crise é causada pela descontinuidade da produção do medicamento por parte de um dos fabricantes. A Secretaria também afirmou que efetivou a compra junto a outro fornecedor habilitado, mas que atrasou a entrega.
"Conforme informado, o laboratório retomará a fabricação para atendimento na segunda quinzena de fevereiro. A SES reforça que permanece em contato permanente com o fornecedor e acompanha a situação de forma contínua, a fim de normalizar o abastecimento o mais breve possível e assegurar a continuidade do tratamento dos pacientes que utilizam a medicação", finalizou em nota.
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