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23/12/2008 17:20

Com crise, Caixa baixa juros para provocar mercado

Redação

O discurso otimista do presidente Lula em relação à crise econômica mundial determinou a redução, em 2009, das taxas de juros na Caixa Econômica Federal, banco do governo. A estratégia é funcionar como propulsor de crédito ao mesmo tempo em que leva as demais instituições financeiras a se mobilizarem para não perder mercado. "A crise financeira levou à contração do crédito. A Caixa precisava fazer mais do que manter as taxas", salienta o superintendente regional Paulo Antunes Siqueira.

Um indicativo da retração do mercado de crédito são os dados do Banco Central. No país, as concessões de crédito caíram de R$ 157,177 bilhões em outubro para R$ 142,391 bilhões em novembro, o que representa uma redução de 9,4% no mês.

De acordo com Paulo Antunes, a meta é aumentar 35% os empréstimos para empresas e 24% para pessoa física. Até novembro deste ano, em Mato Grosso do Sul, a Caixa liberou R$ 283 milhões para o primeiro grupo e R$ 298 milhões para o segundo (incluindo penhor).

Ao todo, já foram liberados R$ 1,6 bilhão em crédito, incluindo também FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), Seguro-desemprego, PIS, crédito imobiliário, PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e Bolsa Família. "Até o fim do mês, o valor deve chegar a R$ 2 bilhões", afirma.

Além de reduzir as taxas, o banco tem prazos alongados: financiamento de imóveis em até 30 anos para pessoa física e empréstimo consignado em 60 meses.

Taxas - No serviço de penhor, a taxa de juros passou de 2,99% ao mês para 2,25%. No cheque especial, a taxa mínima foi de 1,47% ao mês para 1,37%; a taxa máxima reduziu de 7,98% para 7,49%.

No empréstimo consignado, a taxa reduziu de 2,99% ao mês para 2,50%. Conforme simulação do banco, num empréstimo de R$ 1.000, pago em 24 meses, a prestação diminuiu de R$ 60,68 para R$ 57,6.

No caso das empresas, a redução em algumas operações pode ultrapassar a 12% das taxas de juros. Na Conta Garantida para Micro e Pequena Empresa, que funciona como um cheque especial, as novas condições apresentam uma alteração de taxa de juros máxima de 3,10% para 2,60%.

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