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Economia

Dólar recua a R$ 5,15 em dia de alta dos juros nos Estados Unidos

Bolsa perdeu 0,51% e terminou pregão desta quarta aos 185.548 pontos

Por Gustavo Bonotto | 16/09/2026 19:34
Dólar recua a R$ 5,15 em dia de alta dos juros nos Estados Unidos
Cédulas do dólar, moeda utilizada em transações comerciais. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O dólar comercial fechou em queda de 0,06%, cotado a R$ 5,1512, nesta quarta-feira (16), no mercado brasileiro. O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do País, também recuou e terminou o pregão aos 185.548 pontos, com baixa de 0,51%.

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O dólar comercial fechou em queda de 0,06%, cotado a R$ 5,1512, nesta quarta-feira (16), enquanto o Ibovespa recuou 0,51%, encerrando aos 185.548 pontos. Nos Estados Unidos, o Fed elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para entre 3,75% e 4% ao ano. No Brasil, o Copom reduziu a Selic de 14% para 13,75% ao ano, no quinto corte consecutivo, levando a taxa ao menor nível desde março de 2025.

Mesmo com a queda do dia, a moeda norte-americana acumula alta de 0,51% na semana. No mês, o dólar registra baixa de 0,55% e, desde o início do ano, recua 6,15%. O dólar turismo encerrou o dia cotado a R$ 5,355, com avanço de 0,13%.

Na bolsa, o Ibovespa acumula perda de 0,89% na semana, mas mantém avanço de 4,58% em setembro. No ano, a valorização chega a 15,16%. O índice terminou esta quarta-feira 953 pontos abaixo do fechamento anterior.

Nos Estados Unidos, o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano. Foi a primeira alta da taxa básica norte-americana desde julho de 2023 e a decisão ocorreu por unanimidade. Juros maiores nos Estados Unidos podem atrair recursos para o mercado norte-americano e reduzir o fluxo de investimentos para países emergentes.

No Brasil, os investidores passaram o pregão à espera da decisão do Copom (Comitê de Política Monetária). Depois do fechamento dos mercados, o colegiado reduziu a Selic de 14% para 13,75% ao ano, no quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual. A decisão levou a taxa básica ao menor patamar desde março de 2025.