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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/12/2008 08:25

Economia viveu da euforia ao medo da crise

Redação

O ano de 2008 foi marcado por momentos distintos na economia de Mato Grosso do Sul. Nos primeiros meses, a euforia, acompanhando o cenário nacional, de aquecimento econômico. A partir de outubro, a insegurança gerada pela crise internacional, que fez as empresas pisarem no freio, reduzirem produção e enxugarem os quadros de funcionários. 

Já em 2007 a alta nas exportações, recuperação de preços dos grãos, do boi e elevação do nível de emprego começaram a refletir no consumo e nos setores do comércio e serviços, gerando um efeito em cadeia.

No setor da construção civil o "boom", gerado tanto pela vinda de novos empreendedores do setor imobiliário, indústrias, supermercados e investimentos privados, fez "sumir" a mão-de-obra e vários materiais elementares do mercado, como aconteceu com o cimento.

Em Campo Grande a instalação de novos supermercados agitou o setor e a concorrência e fez os que já estavam estabelecidos investirem em suas estruturas e melhorar as ofertas para não perder clientela. 

Ao mesmo tempo, a pecuária prosperava com o preço do bezerro e do boi gordo nas alturas. Foi um alívio para os produtores, que amargaram vários anos de custos elevados e remuneração baixa. Já os consumidores assistiram aos preços dos principais cortes de carne bovina subirem em draticamente 100%, nas gôndolas.

Aliás, foram os alimentos os principais responsáveis pelo aumento do custo de vida da população ao longo do ano. Com os alimentos em alta, as terras também valorizaram.

Ao mesmo tempo o setor da mineração comemorava a decolada das exportações. Isso fez com que Corumbá, que já em 2006 havia assumido o posto de 2º município em importância econômica de Mato Grosso do Sul, ocupasse o posto de maior exportador do Estado.

Reviravolta

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