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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

11/06/2012 11:26

Eleição sindical abre disputa por trabalhadores das fábricas de Três Lagoas

Aline dos Santos

No epicentro da disputa, está o comando do Sintricom, cuja eleição será dia 15

Sindicatos de Três Lagoas travam uma batalha pelos funcionários que trabalham na construção de gigantes como a Eldorado Celulose, que pretende ser a maior do mundo, a fábrica de fertilizantes da Petrobras e a Sitrel (Siderúrgica de Três Lagoas). Na mira das entidades, a arrecadação do imposto sindical.

Hoje, o Sindmontagem (Sindicato dos Trabalhadores da Montagem Industrial) anunciou que mil dos oito mil trabalhadores da Eldorado cruzaram os braços na Eldorado Celulose, informação negada pela empresa.

No epicentro da disputa, está o comando do Sintricom (Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil, Imobiliário e Cerâmicos). A eleição acontece na próxima sexta-feira.

Atual presidente, Agmar Luiz de Souza tenta a reeleição. Enquanto Gilson Frazão, que se autointintula candidato da CUT (Central Única dos Trabalhadores), tenta disputar a eleição. Ele conta que teve a inscrição indeferida tanto pela organização da consulta aos trabalhadores, quanto por uma liminar judicial.

A candidatura de Gilson mobilizou o Sindmontagem. “Em solidariedade, estamos indo às fábricas para mobilizar os trabalhadores. O sindicato diz que só 140 podem votar, mas descontam de mais de 6 mil trabalhadores”, afirma o presidente do Sindmontagem, Paulo Roberto de Paula. Conforme manifesto do grupo, a arrecadação do Sintricom foi de R$ 500 mil em dois anos.

Os dois sindicatos brigam para representar os trabalhadores da montagem. Presidente do Sintricom, Agmar afirma que a outra entidade não é reconhecida pelo Ministério do Trabalho. Segundo o Sindmontagem, o ministério ainda avalia o pedido para ser representante dos trabalhadores. “O ministério não proíbe que a gente se organize”, afirma Paulo Roberto.

Greve – Em fevereiro deste ano, os trabalhadores da Eldorado Celulose cruzaram os braços por oito dias. A greve terminou com acordo. A empresa atendeu às exigências da categoria, como reajuste do vale-alimentação de R$ 70 para R$ 250, pagamento pelos dias de paralisação, garantia de cinco dias de folga a cada três meses para quem tem família a mais de 2 mil km e fiscalização do Ministério do Trabalho.

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