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Economia

Entidades promovem ações para aumentar uso de terminal alfandegário da Capital

Liana Feitosa | 15/02/2016 17:01
Uso de terminal de cargas de Campo Grande permite desembaraço de cargas tanto a exportar, quanto importar. (Foto: Infraero / Divulgação)
Uso de terminal de cargas de Campo Grande permite desembaraço de cargas tanto a exportar, quanto importar. (Foto: Infraero / Divulgação)

Estão programadas para este ano série de ações de incentivo à utilização do terminal de cargas para empresários sul-mato-grossenses interessados em operações de importação e exportação por meio do Aeroporto Internacional de Campo Grande. A medida faz parte de um acordo de cooperação assinado entre o Governo do Estado, a Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e divulgado nesta segunda-feira (15), no Diário Oficial do Estado, na página 7.

"Nós percebemos que a maioria dos empresários não sabia da existência do terminal, por isso, passamos a desenvolver ações, eventos e divulgação dos benefícios da alfândega do terminal", explica Fernanda Barbeta, gerente do Centro Internacional de Negócios da Fiems.

Esclarecimento - Ao perceber isso, a federação passou a oferecer mais informações na revista da entidade, em e-mails direcionados ao empresariado e, ainda, orientações por meio de palestras e encontros, ações que serão ainda mais fortalecidas por meio do acordo assinado em dezembro de 2015 e divulgado hoje.

Entre os benefícios da utilização do posto alfandegado pelos investidores locais, segundo Barbeta, é a possibilidade de fazer o desembaraço de carga em Campo Grande mesmo, tanto de cargas a exportar, quanto importar. Além disso, há vantagens em relação ao tempo que se leva para liberar mercadorias para entrada ou saída do País.

De acordo com a Infraero, esse procedimento leva, em média, 14 dias para ocorrer no porto de Santos. No entanto, em Campo Grande, não passa de três dias.

Explicação - Segundo Richard Custódio, gerente comercial e de logística de carga da Infraero em Campo Grande, a procura por essa alternativa não apresenta grandes crescimentos na Capital do Estado porque MS trabalha com grandes volumes de grãos, por exemplo, enviados diretamente aos portos.

A aduana campo-grandense desempenha papel importante no recebimento de volumes de importação de produtos químicos e farmacêuticos e equipamentos para o segmento de pesquisa em universidades locais.

Para o Governo do Estado, o termo assinado entre as entidades facilitará o acesso de empresários ao terminal e tornará as operações mais competitivas e menos burocráticas, fazendo também com que parte da arrecadação fique em Mato Grosso do Sul.

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