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Economia

Governo Federal avalia ampliar teto do MEI para até R$ 140 mil por ano

Atualmente, limite é de R$ 81 mil ao ano para empresas desse porte

Por Ângela Kempfer | 26/06/2026 16:21
Governo Federal avalia ampliar teto do MEI para até R$ 140 mil por ano
Ministro do Planejamento, Bruno Moretti (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

O governo federal estuda aumentar o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), que hoje é de R$ 81 mil por ano, para uma faixa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (26) pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, à Agência Brasil.

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O governo federal estuda elevar o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 81 mil para entre R$ 130 mil e R$ 140 mil ao ano. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, confirmou que a proposta será enviada ao Congresso pelo presidente Lula nos próximos dias. A mudança seria aplicada de forma escalonada entre 2027 e 2028, visando repor a inflação acumulada desde 2018, quando o teto foi congelado.

Segundo o ministro, a proposta deve ser enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A justificativa é atualizar o teto após quase uma década sem reajuste e recompor perdas causadas pela inflação acumulada no período.

“Esta é uma pauta legítima, porque o teto [do MEI] está estagnado desde 2018. Estamos trabalhando com a perspectiva de atualizar esse teto para um patamar entre R$ 130 e 140 mil, que é mais ou menos a reposição da inflação”, disse Moretti.

A mudança, no entanto, não deve ocorrer de forma imediata. A ideia do governo é aplicar o novo limite de maneira escalonada entre 2027 e 2028, como forma de evitar impacto direto nas contas públicas.

Moretti afirmou que a atualização é considerada uma demanda legítima, já que o teto do MEI está congelado desde 2018. Ele também destacou que o governo trabalha com a ideia de responsabilidade fiscal na construção da proposta.

“Fazendo de forma escalonada, a gente consegue absorver isso nas contas públicas”, disse o ministro ao comentar a estratégia para implantação da medida.