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Campo Grande, Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018

19/12/2010 10:47

Homex inicia operação prevendo construção de 1,7 mil casas em 1 ano

Marta Ferreira e Márcio Rodrigues Breda

Construtora reduziu investimento inicial em Campo Grande

Foto: Simão NogueiraFoto: Simão Nogueira

A construtora mexicana Homex lançou neste domingo o seu estande de vendas em Campo Grande e anunciou que a primeira etapa de suas obras na cidade será para a construção de 1, 7 mil casas no bairro Paulo Coelho Machado. A previsão é que esse número seja alcançado daqui um ano.

O alcance dessa meta anunciada pela Homex vai depender de “fatores mercadológicos”, conforme foi ressaltado durante a abertura do estante de vendas esta manhã por representantes de empresas. O número de casas a serem construídas nesta primeira fase de atuação da empresa mexicana indica uma redução dos objetivos para Campo Grande, já que, quando anunciou que vinha para a cidade, o investimento previsto era para a edificação de 3,1 mil moradias.

Isso foi no primeiro semestre deste ano. De lá para cá, a construtora enfrentou problemas para contratar mão-de-obra local e teve de esperar autorização da Câmara dos Vereadores de Campo Grande para a implantação de seu projeto habitacional.

Mercado em guerra- A Homex está entrando em um mercado que enfrenta uma forte disputa entre grandes construtoras que se desembarcaram em Campo Grandeprincipalmente após o surgimento do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. Entre elas estão Goldfarb, Rossi e MRV.

Todas oferecem casas e apartamentos voltados para um público que, em geral, está em busca de seu primeiro imóvel e, se não chega a ser cliente dos programas populares de habitação do governo e da prefeitura, também não dá conta ainda de financiamentos de imóveis de alto padrão.

Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

O preço das casas oferecidas pela Homex está na mesma faixa dos imóveis das construtoras que já atuam na cidade. Por uma casa de dois quartos, sala, cozinha e um banheiro, o interessado vai pagar R$ 84 mil, com possibilidades variadas de financiamento, incluindo o programa Minha Casa,

Minha Vida e seu subsídio de até R$ 17 mil por imóvel.

O diferencial apresentado pela Homex é em relação à tecnologia utilizada na construção das moradias, a mesma que tornou a empresa uma das mais populares no México. Conforme o engenheiro João Paulo Rocha explicou, as casas são praticamente apenas de concreto.

Não há utilização de madeira. Até o piso é de cimento queimado, mas o engenheiro garante que fica bonito e resistente graças à técnica utilizada. São 2 imóveis por edificação, um térreo e um no primeiro andar.

O cimento, ainda conforme a descrição, recebe um aditivo que permite secagem rápida, fazendo com que cada obra fique pronta em sete dias. Essa técnica não veio do México. É brasileira e para utilizá-la, a construtora paga royalties.

O escritório de vendas fica localizado no bairro Paulo Coelho Machado, no mesmo local onde já foram edificadas as três primeiras casas. O lançamento, esta manhã, teve a presença do prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho. O governador André Puccinelli (PMDB), também era esperado, mas não participou.

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bom primeiro qm falo q o imovel é 90 mil mentiu, segundo vejo tudo isso como uma grande oportunidade para o campo grandense parar de pagar aluguel, estive conhecendo empreendimento é fantastico comprei o meu e levei meus colegas da empresa tbm para comprarem, e qnto a tamanho levando em consideraçao o preço e as condiçoes q não encontrei em nenhuma outra contrutora é ate grande ja q outras vendem um imovel bem menor com preço bem maior.Parabens ao prefeito q esta apoiando esse projeto pois sei q Campo Grande nao é mais uma cidadezinha de interior ela é muito grande e merece esses tais investimentos.
 
David gomes em 06/01/2011 11:30:10
Acho que a prefeitura não deveria permitir esse tipo de empreendimentos na cidade. Sou construtor e a receita que ganho com as casa, fica toda em Campo Grande e gira o comércio. Essas empresas, vao vir aqui utilizar nossa mão de obra e levar o lucro todo embora. É ridiculo.
 
Rafael Coradini em 20/12/2010 12:23:47
Tomara que sejam residencias mesmo, porque ultimamente o governo so construiu "casa". Explico, era uma casa, sem reboque, pintura, sem muro, o que seria chamado de instalações hidráulicas, era simplesmente esdrúxula, tudo de ultima qualidade. Não é porque trata-se de gente pobre, que tem que dar o pior, o mais fraco. Pobre tambem tem auto estima.
 
VALTER ANTUNES DE OLIVEIRA em 20/12/2010 12:17:37
Acho que a prefeitura, junto ao ógão que trata da infraestrutura da cidade de Campo Grande, deveria de alguma forma fiscalizar estas construções, pois nós sabemos que as fortes chuvas que vem acometendo o país estão a cada mais volumosas. Se estes bairros não estiverem preparados com um sistema de escoamento adequado, Campo Grande se transformará na nova São Paulo.
 
Cleto Jácome Pajeu em 20/12/2010 08:04:36
Acredito que a prefeitura deveria prestigiar e valorizar mais o que temos na propria cidade em termos de construtoras, construtores particulares e casas de materiais de contruçao, promovendo a manutençao da lucratividade para a cidade e nao para empresas que seguramente levarao embora os lucros obtidos na nossa cidade.
 
Alice Coradini em 20/12/2010 02:52:33
Essas casas poderão ser bem construidas, mais o que esta acontecendo é q uma casa de 02 dormitorios (pequenos mesmo) cozinha minuscula, sala pra no maximo 03 pesssoas ficarem confortaveis e assim por diante, custa o absurdo de R$ 90.000,00. Assim sendo o que esta contecendo é de que uma empresa estrangeira esta levando o suado salario do trabalhador.
 
Marco Aurelio em 20/12/2010 02:17:57
Campo Grande está no caminho certo.
 
George Lúcio Nunes Dias em 19/12/2010 12:51:09
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