A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/01/2011 17:44

Lorenzetto diz que Estado deve cortar custeio para cumprir metas do Tesouro

Marta Ferreira e Aline dos Santos

O secretário de fazenda de Mato Grosso do Sul, Mário Sérgio Lorenzetto, afirmou nesta tarde que o Governo do Estado tem necessidade de cortar custeio da máquina administrativa. Segundo o secretário, está havendo gasto “excessivo” em algumas áreas.

Ele não disse de quanto é a necessidade de economia nem precisou quais tipos de gastos e em quais setores o corte de despesas deverá ser maior.

Lorenzetto, que participa de reunião do secretariado com o governador André Puccinelli (PMDB), explicou que a necessidade de diminuir o custeio da máquina administrativa vem da preocupação de cumprir as metas estabelecidas no contrato de ajuste fiscal firmado com a STN (Secretaria do Tesouro Nacional).

O acordo para renegociação da dívida do Estado, firmado em 1997, previu metas que devem ser cumpridas em relação a receitas e gastos, que são revisadas todos os anos.

A vinda da equipe da STN para verificar o cumprimento das metas do ano passado está previsto para até abril deste ano. O secretário disse acreditar que não haja metas descumpridas.

Olho no futuro-Ainda assim, afirmou que é preciso reduzir o custeio para assegurar patamares positivos para o Estado na revisão dos objetivos a serem cumpridos em 2010.

Mato Grosso do Sul paga, por mês, 15% de sua receita líquida ao Governo Federal por causa da dívida renegociada. O montante mensal é de R$ 5 milhões.

Cumprir as metas estabelecidas pela STN, conforme o secretário, é também uma forma de ganhar argumento na batalha do Governo do Estado para tentar mudar.

O secretário de Fazenda Mário Sérgio Lorenzeto, que participa de reunião nesta tarde no Centro de Convenções. (Foto: João Garrigó)O secretário de Fazenda Mário Sérgio Lorenzeto, que participa de reunião nesta tarde no Centro de Convenções. (Foto: João Garrigó)


Cortar gasto “excessivo” da máquina administrativa, que segundo o secretário, está havendo em algumas áreas eu não sou contrar, mas deixar a Agenfa Fazendária de Campo Grande em um estado crítico de conservação é um absurdo, principalmente com relação a limpeza do ar condicionado é que não pode continuar. Na verdade o prédio todo está sem conservção, diferente de outras Agenfas Fazendárias do interior do Estado do MS .
 
NORMA DOMINGUES FERREIRA em 28/01/2011 01:21:53
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions