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Economia

MSGás oficializa contrato de R$ 91 milhões para gasoduto em MS

Ramal de 125 km vai abastecer fábrica da Arauco em Inocência

Por Ângela Kempfer | 01/04/2026 09:21
MSGás oficializa contrato de R$ 91 milhões para gasoduto em MS
Obra da Arauco em Inocência (Foto: Divulgação)

A MSGás (Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul) publicou hoje o contrato que oficializa mais de R$ 91 milhões para a construção de parte do novo ramal de gasoduto no Estado. O extrato foi publicado com data de 31 de março de 2026 e tem efeitos a partir da divulgação no Diário Oficial. O valor total é de R$ 91.373.410,40.

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A MSGás firmou contrato de R$ 91,3 milhões com a Geometral Construções para construir um gasoduto de 125 quilômetros em Mato Grosso do Sul. A obra, orçada no total em R$ 170 milhões, vai abastecer o Projeto Sucuriú, fábrica de celulose da chilena Arauco em Inocência. As obras começam em abril e devem ser concluídas em agosto de 2027, gerando entre 400 e 500 empregos diretos. O projeto total prevê investimento de US$ 4,6 bilhões.

O acordo foi celebrado com a catarinense Geometral Construções Ltda., responsável pela execução da obra. O objeto prevê a construção e montagem de um gasoduto de distribuição de gás natural em aço carbono, com diâmetro nominal de 8 polegadas e extensão aproximada de 125 quilômetros. No total, a estrutura está orçada em R$ 170 milhões.

O ramal vai atender ao chamado Projeto Sucuriú, megaestrutura industrial da empresa chilena Arauco, que constrói uma fábrica de celulose em Inocência.

A previsão é de que as obras do gasoduto tenham início em abril e sejam concluídas até agosto de 2027, acompanhando o cronograma da fábrica. Durante a implantação, a expectativa é de geração de 400 a 500 empregos diretos.

O sistema foi projetado para operar de forma escalonada. No início, deve atender à demanda da construção da planta industrial, com capacidade inicial de até 130 mil metros cúbicos de gás por dia, podendo chegar a 280 mil metros cúbicos nos meses seguintes. Após a conclusão da fábrica, a operação será estabilizada em cerca de 50 mil metros cúbicos diários.

A estrutura é considerada essencial para viabilizar o Projeto Sucuriú, que prevê investimento total estimado em US$ 4,6 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 25 bilhões.