Obras da Ponte Bioceânica avançam com colocação de grades de proteção
Construção deve ser finalizada no segundo semestre de 2026
As obras da Ponte Internacional da Rota Bioceânica, que ligará Porto Murtinho a Carmelo Peralta, no Paraguai, continuam avançando. Com 75% de avanço, a equipe trabalha no carro de avanço para conectar os dois lados e na colocação de grades de proteção. A previsão é de que a construção termine no segundo semestre de 2026.
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A construção da Ponte Bioceânica, conectando Porto Murtinho (Brasil) a Carmelo Peralta (Paraguai), está 75% concluída. As equipes trabalham na união das duas extremidades e na instalação de grades de proteção. A ponte terá 1.294 metros de comprimento e 21 metros de largura, com um vão central de 350 metros e pilares de 130 metros de altura. O projeto inclui 13,1 km de acessos no lado brasileiro, com quatro pontes intermediárias, e 4 km de acessos no lado paraguaio. Além disso, serão construídas infraestruturas alfandegárias integradas. O investimento total é de R$ 474 milhões no Brasil e US$ 14 milhões no Paraguai. A expectativa é de um fluxo inicial de 250 caminhões por dia. Do lado brasileiro, a obra está a cargo do Consórcio PDC Fronteira, e do lado paraguaio, pelos consórcios Tecnoedil/LT Construções (acessos) e Pybra (ponte). A pavimentação entre Carmelo Peralta e Loma Plata (280 km) já foi finalizada, e o asfalto entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo está em andamento.
A ponte terá 1.294 metros de extensão e 21 metros de largura. Já foi concluída a pavimentação do trecho de 280 km entre Carmelo Peralta e Loma Plata, e atualmente está em execução a obra de asfalto entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo, na divisa com a Argentina, via Mission La Paz.
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Além disso, no lado brasileiro, as obras incluem 13,1 km de acessos, conectando a BR-267 até a cabeceira da ponte.
Nesse trecho, estão sendo construídas quatro pontes intermediárias, sendo uma delas com quase 700 metros de extensão, devido à travessia de uma área alagada.
O projeto prevê também um vão central de 350 metros e quatro pilares de 130 metros de altura.
Além da ponte e dos acessos, está prevista a construção de infraestruturas alfandegárias integradas dos dois lados da fronteira. Conforme informações da Receita Federal, o fluxo inicial estimado é de 250 caminhões por dia.
O projeto tem investimento de R$ 474 milhões. A execução está a cargo do Consórcio PDC Fronteira, formado pelas empresas Caiapó Construções, DP Barros e Paulitec Construções.
Do lado paraguaio, o consórcio formado pelas empresas Tecnoedil e LT Construções executa os quatro km de acesso, com investimento de US$ 14 milhões. A ponte está sob responsabilidade do Consórcio Pybra.
* Colaborou Toninho Ruiz