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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

26/01/2009 20:34

Para enfrentar crise, CMC aposta em ações com governo

Redação

Medidas urgentes deverão ser tomadas no Estado para que sejam interrompidos os efeitos da crise presente nos diversos setores da economia brasileira. A informação é do presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, que participou hoje da primeira reunião do ano do CMC (Comitê de Monitoramento da Crise), na sede da Federação.

Segundo Sérgio, as negociações devem continuar com o governo do Estado e com as prefeituras, principalmente no que se refere às áreas trabalhistas, uma vez que 15.103 postos de trabalho fecharam suas portas em dezembro do ano passado.

Uma equipe técnica consolidará as propostas para a área trabalhista, de acordo com Longen, que ainda acrescenta que os indicadores apresentados durante a reunião demonstram que o Estado já sente queda no dinamismo econômico com a redução da demanda e conseqüente recuo nos planos empresariais para 2009.

E informações repassadas pelo Banco Central do Brasil indicam que, no período de agravamento da crise financeira internacional, as taxas de captação dos bancos brasileiros permaneceram estáveis.

Apesar da crise, as exportações em Mato Grosso do Sul, no ano passado, cresceram 62%. E a alta se deve a cinco produtos que garantiram 67,26% de toda a receita obtida com as vendas externas: grãos de soja (72% foram para a China), carnes desossadas congeladas (Rússia 50%), minérios de ferro (Argentina 63%), bagaços e outros resíduos da extração de óleo de soja (União Européia 69%), além de dorsos de galos e galinhas (Japão 34%).

E um aspecto importante é que 87% dos empresários industriais sentiram os efeitos da crise, conforme sondagem realizada pelo Radar Industrial junto às indústrias e ao comércio do Estado. Essa percepção dos empresários do comércio em Mato Grosso do Sul apresenta equilíbrio: 52% afirmaram não ter sentido qualquer efeito sobre o setor, enquanto 48% acreditam que o comércio varejista encontra-se em crise.

Mesmo com a crise instalada, novas contratações em 2009 são almejadas pela maioria dos empresários do setor de indústrias.

Participaram da reunião representantes da Fiems, do Fecomércio, Famasul, Sebrae, Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Caixa Econômica Federal e Câmara de Dirigentes Lojistas.

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