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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

30/06/2017 10:28

Preço do gás de cozinha varia até R$ 25 entre municípios do Estado

Renata Volpe Haddad
Em Três Lagoas, gás de cozinha é vendido por R$ 50. (Foto: Alcides Neto)Em Três Lagoas, gás de cozinha é vendido por R$ 50. (Foto: Alcides Neto)

O preço do gás de cozinha pode variar até R$ 25 em municípios de Mato Grosso do Sul. Em Três Lagoas, distante 338 km de Campo Grande, por exemplo, o botijão é vendido por R$ 50, já que as distribuidoras da região compram diretamente de São Paulo.

Na capital da celulose, o gás pode ser encontrado por R$ 48 na Nordeste Gás e Água caso o cliente busque o botijão no local. Para entrega, o preço sobe para R$ 58. Já no Depósito de Gás Parati, o preço é de R$ 50 no local e R$ 60 para entrega.

O motivo do preço mais baixos do que em outras cidades do Estado, é que as distribuidoras compram os botijões diretamente das refinarias de São Paulo, em cidades como Araçatuba e Presidente Prudente.

Situação completamente diferente em Corumbá. Por lá, os preços do botijão são de R$ 75. A proprietária da Pantaneira revenda de gás, Daniela Harume Shiraishi, afirma que compra os botijões de Campo Grande. "A gente aumenta o preço apenas quando a Petrobras manda, mas não sei se teremos falta de botijão, meu estoque está completo e não há problema com isso", comenta.

Na Alô Gás, o valor também é de R$ 75 e pode ter reajuste, caso o estoque acabe, segundo a funcionária Hellen Tainara Masabi. Quem também compra de Campo Grande, é a revendedora Gás 10, que comercializa o botijão de cozinha por R$ 75.

Em Dourados, os preços variam entre R$ 65 até R$ 70 e os botijões saem de Campo Grande para serem revendidos na cidade. Já na Capital, os valores do gás de cozinha variam entre R$ 65 até R$ 73, no Centro da cidade.

Falta de botijão - Sobre a falta de gás de cozinha, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) afirmou ao Campo Grande News que não se verificou situação de desabastecimento em nenhuma região do País.

Em contrapartida, o presidente do Simperga/MS (Sindicato das Micro, Pequenas Empresas, e Revendedores Autônomos de GLP), Vilson de Lima, diz que o governo não vai assumir publicamente essa crise. "Uma refinaria responsável pela distribuição de 800 toneladas de gás fechou e não há outra que vai suprir a nossa necessidade. Vamos ter que pegar gás importado da Europa e isso pode custar bem mais caro. É uma situação que não deve se normalizar rapidamente", alega.

 



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