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Campo Grande, Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

25/07/2017 10:16

Procon vai fiscalizar aumento abusivo no preço dos combustíveis em MS

Ricardo Campos Jr.
Superintendente do Procon se reuniu com gerente-executivo do Sinpetro para obter informações que irão ajudar nas fiscalizações (Foto: divulgação)Superintendente do Procon se reuniu com gerente-executivo do Sinpetro para obter informações que irão ajudar nas fiscalizações (Foto: divulgação)

O Procon de Mato Grosso do Sul irá fiscalizar postos de combustíveis no estado para averiguar eventuais denúncias de aumentos abusivos após o reajuste nos impostos sobre os produtos. O presidente Michel Temer (PMDB) decidiu aumentar as alíquotas para gerar receitas para a União.

Marcelo Salomão, superintendente do órgão no estado, se reuniu nessa segunda-feira (24) com o gerente-executivo do Sinpetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência), Edson Lazarotto, para debater os reflexos da medida e reunir informações para ter um parâmetro que permita identificar os preços justos dos exagerados.

A alíquota subiu de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 por litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passou de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, que estava zerada, aumentou para R$ 0,1964.

Lazarotto diz que 95% dos postos do estado estão trabalhando sem estoque por conta da crise e por isso estão fazendo compras com mais frequência. Como o aumento de impostos foi imediato, segundo ele, o reajuste nas bombas após a decisão de Temer foi instantâneo.

A medida deve afetar o setor, que já teve retração de 20% a 25% no volume de vendas, o que já provocou o fechamento de 30 postos em Mato Grosso do Sul.

Segundo o Procon, consumidores que sentirem lesados podem fazer denúncias pelo número 151. O órgão fica na rua 13 de Junho, 930, Centro. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. O telefone de contato é o (67) 3316-9800.




Uai, o preço do combus não livre, o dono do posto peque o que quer, cabe ao consumidor pagar ou não. Cadê a livre concorrência? Ou não tem? Será que tão fazendo cartel? Se for, não é crime contra economia popular? Não tem MP para fiscalizar e denunciar? Cadê
CNP?...
 
Cléber Córdoba em 25/07/2017 23:07:37
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