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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

09/01/2014 20:59

Sindicato cobra e Governo reduz pauta de impostos dos combustíveis

Vinícius Squinelo

Após se reunir duas vezes com o governador André Puccinelli (PMDB) no final do ano passado, a diretoria do Sinpetro (Sindicato dos Distribuidores de Combustível) conseguiu a redução da pauta dos combustíveis em Mato Grosso do Sul. Os valores, que entraram em vigor no dia 1º de janeiro, foram menores do que os que estavam em estudo.

De acordo com Mário Shiraishi, presidente do Sinpetro, diretores do sindicato reuniram-se com o governador André Puccinelli no início e no final do mês de dezembro para discutir o assunto. “Nesses encontros demonstramos a necessidade de a pauta ser definida em valores menores do que aqueles que estavam em estudo”, disse o empresário.

Um dos argumentos utilizados pelos empresários foi a diferença de alíquota do ICMS, principalmente sobre o óleo diesel, que coloca o Mato Grosso do Sul em situação de desvantagem com relação a outros Estados. Hoje, em MS o índice é de 17%, enquanto que em Estados vizinhos a alíquota praticada é de apenas 12%, em média.

“Com base nessa realidade expusemos a nossa preocupação diante de uma pauta elevada, já que esta irá refletir diretamente em toda a cadeia produtiva do Estado”, disse Mário Shiraishi, ao esclarecer que por conta desse e ainda de outros fatores o governador André Puccinelli decidiu reduzir os valores da pauta.

Alíquota– Apesar de ter conseguido essa vitória, a diretoria do Sinpetro irá continuar trabalhando com o objetivo de reduzir a alíquota do ICMS sobre o óleo diesel em Mato Grosso do Sul. O sindicato elaborou estudos que indicam o aumento da venda do combustível caso a alíquota seja reduzida.

Mesmo com a redução, conforme os estudos, o Estado não sofrerá perda de arrecadação, já que a compensação virá por meio do aumento da venda do óleo diesel. “Vamos continuar discutindo com o governo a possibilidade de ser reduzida a alíquota do óleo diesel em Mato Grosso do Sul”, disse Mário Shiraishi, ao lembrar que essa discussão vem sendo travada em nível regional e federal.

“Logicamente que é um longo caminho a ser perseguido na tentativa de equilibrarmos nossos custos para que tenhamos uma competição justa na disputa de mercado. No entanto, não desistiremos desta meta e temos certeza que muito em breve conseguiremos alcançar esse objetivo”, finalizou.



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