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Economia

Taxa de desemprego cresce 2,2% em um ano no Estado, segundo pesquisa

Por Renata Volpe Haddad | 23/02/2017 16:01
No fim do ano passado, MS tinha 112 mil desempregados. (Foto: Pedro Peralta)
No fim do ano passado, MS tinha 112 mil desempregados. (Foto: Pedro Peralta)

A taxa de desemprego em Mato Grosso do Sul cresceu 2,2%, no 4º trimestre do ano passado, se os dados forem comparados com o mesmo período de 2015. Os números são ainda maiores em relação a quantidade de pessoas desempregadas: 42%. A PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua) foi divulgada nesta quinta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No Estado, 8,2% da população com idade para trabalhar perderam os empregos em outubro, novembro e dezembro de 2016. Isso significa 112 mil pessoas desempregadas. Em relação a 2015, a quantidade de desempregados cresceu 42%. Há dois anos, em outubro, novembro e dezembro, eram 79 mil pessoas sem empregos em MS.

Em comparação com o 3º trimestre de 2016, que foram os meses de julho, agosto e setembro, o crescimento de desemprego foi de 0,5% em relação ao último trimestre. Na época, eram 104 mil desempregados em Mato Grosso do Sul.

Com isso, o nível de pessoas empregadas caiu 1,3% em relação ao mesmo período de 2015. Enquanto o desemprego aumenta rapidamente, o número de pessoas ocupadas cresce de forma lenta.

Houve aumento de 1,2% na quantidade de pessoas que entraram no mercado de trabalho em outubro, novembro e dezembro do ano passado, quando 1.263 trabalhadores tiveram a carteira assinada. Se for comparar com o 3º trimestre de 2016, que abrange julho, agosto e setembro, eram 1.253 pessoas que conseguiram emprego na época.

Em contrapartida, a quantidade de pessoas aptas a trabalhar no Estado cresceu 3,4% no último trimestre do ano passado em relação a mesma data de 2015, onde haviam 2.035 cidadãos aptos para trabalhar, subindo para 2.103 no fim do ano passado.

Outro número que chama a atenção é dos trabalhadores por conta própria que apresentou queda de 10,3% em um ano. Em outubro, novembro e dezembro de 2015, eram 279 mil trabalhadores nesta situação e em 2016, esse número caiu para 250 mil.

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