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Campo Grande, Sábado, 15 de Dezembro de 2018

07/02/2018 14:14

Tomate volta a ser "vilão" e cesta básica tem alta de 4,9%

Tomate, batata e banana tiveram as maiores altas, de acordo com o Dieese

Gabriel Neris
O valor do tomate apresentou variação superior a 47%, de acordo com o Dieese (Foto: Arquivo)O valor do tomate apresentou variação superior a 47%, de acordo com o Dieese (Foto: Arquivo)

Impulsionado pela variação no preço do tomate, de 47,21%, o custo da cesta básica em Campo Grande registrou alta no conjunto dos 13 produtos alimentícios pesquisados mensalmente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Em janeiro deste ano, a variação foi de 4,91%, e o valor de uma cesta de R$ 384,26, uma alta de R$ 18 em relação à cesta de dezembro do ano passado.

O gasto mensal do tomate subiu de R$ 27,45 para R$ 40,41. A batata e a banana tiveram alta de 5,08% e 4,78%, respectivamente. Os produtos que também tiveram elevação no preço foram a manteiga (4,27%), a carne (2,03%), o arroz (0,80%) e o pão (0,51%).

De acordo com o Dieese, a maior queda foi no preço do feijão, com redução de -6,67%. Também tiveram queda o açúcar (-2,94%), o óleo (-2,07%), o café (-1,64%), a farinha (-0,83) e o leite (-0,30%).

Na análise comparada com as demais capitais pesquisadas, Campo Grande apresentou a 10ª variação mais expressiva de preços, entretanto a variação acumulada em 12 meses é negativa, de -2,29%. Em janeiro de 2017, o custo da cesta foi de R$ 393,25, valor R$ 8,99 a maior do que a cesta de janeiro deste ano.

Entre os trabalhadores que recebem salário mínimo, o tempo dedicado ao trabalho teve aumento em 2 horas e 38 minutos na jornada, quando comparado com o tempo registrado em dezembro. Se comparado a janeiro de 2017, houve uma redução em 3 horas e 43 minutos.

As altas mais expressivas no valor da cesta básica ocorreram em João Pessoa (11,91%), Brasília (9,67%), Natal (8,85%), Vitória (8,45%) e Recife (7,32%). As menores taxas positivas foram anotadas nas cidades de Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%). A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97).



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