Cadastro online facilita acesso à educação para quem parou de estudar
Interessado informa preferência de turno e região e aguarda contato para matrícula
O Ministério da Educação, neste sábado (28), lançou uma nova plataforma para quem quer voltar a estudar, mas não concluiu o ensino básico. Batizada de CadEJA, a ferramenta permite que qualquer pessoa a partir de 15 anos registre, de forma simples, o interesse em uma vaga na EJA (Educação de Jovens e Adultos).
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O Ministério da Educação lançou neste sábado (28) o CadEJA, plataforma que permite a pessoas a partir de 15 anos registrar interesse em vagas na Educação de Jovens e Adultos. O sistema funciona como uma fila digital e transfere ao poder público a responsabilidade de oferecer a vaga adequada. Antes, o interessado precisava buscar escolas diretamente. O Brasil tem mais de 9 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais, segundo o IBGE.
Na prática, o sistema funciona como uma “fila digital”: o interessado preenche um cadastro rápido informando que deseja estudar, e os dados ficam disponíveis para as redes de ensino, que passam a organizar a oferta de vagas com base nessa demanda.
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Até então, não existia um sistema nacional para esse tipo de registro. Quem queria voltar a estudar precisava procurar diretamente uma escola ou depender de ações de busca ativa feitas por professores.
Com a nova plataforma, a lógica muda: o cidadão registra o interesse e o poder público passa a ser responsável por oferecer a vaga mais adequada, considerando fatores como região e turno.
O cadastro pode ser feito de forma direta na plataforma e inclui um questionário simples, com suporte por áudio para facilitar o acesso. Depois disso, a rede de ensino entra em contato com o interessado para orientar a matrícula.
Além de facilitar o acesso para quem quer estudar, o sistema também permite que gestores acompanhem, em tempo real, onde há maior procura por vagas, ajudando na organização da oferta.
A plataforma faz parte de uma política nacional voltada à redução do analfabetismo. Hoje, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil ainda tem mais de 9 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever.
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