ACOMPANHE-NOS    
AGOSTO, TERÇA  11    CAMPO GRANDE 26º

Educação e Tecnologia

Conselho aprova lista tríplice para escolha de reitor da UFMS

Nomes serão encaminhados para o Ministério da Educação

Por Gabriel Neris | 30/07/2020 17:14
Reitor Marcelo Turine foi o mais votado por comunidade acadêmica e conselheiros (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
Reitor Marcelo Turine foi o mais votado por comunidade acadêmica e conselheiros (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

O Coun (Conselho Universitário) aprovou nesta quinta-feira (30) o encaminhamento das listas tríplices de reitor e vice-reitor da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) para nomeação daqueles que estarão a frente da gestão para o mandato 2020-2024.

A lista tríplice será encaminhado ao MEC (Ministério da Educação) para nomeação pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A presidente do Colégio Eleitoral, Doroteia Fátima Bozano, apresentou os nomes aprovados pelos conselheiros na quarta-feira. A lista para reitor tem a seguinte: Marcelo Turine, atual reitor, primeiro colocado; Lincoln Carlos Silva de Oliveira, em segundo, e Elizabeth Maria Azevedo Bilange, terceira colocada.

Já a lista para vice-reitor registrou os nomes de Camila Ítavo, em primeiro lugar, José Antonio Menoni, em segundo, e Lucilene Machado Garcia, em terceiro.

O colégio eleitoral criou polêmica por não considerar os três nomes apontados pela comunidade em consulta realizada no dia 17 deste mês. Os nomes de Marcelo Turine e Lincoln de Oliveira se repetiram nos primeiros lugares, mas Lídia Maria Ribas, terceira colocada na consulta, foi substituída pelos conselheiros por Elizabeth Bilange, quarta colocada.

A mudança desagradou alguns conselheiros. “A lista só seria respeitada se houvesse composição ‘combinada’ com a posição da comunidade. O colégio eleitoral tem o papel de referendar”, afirmou o conselheiro Gleison Antonio Casagrande.

“No período que participo isso não tinha acontecido, mudar votação no colégio eleitoral. Gostaria de que constasse essa discordância em ata”, acrescentou a conselheira Mariuza Guimarães.