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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

23/07/2015 10:17

Abraço simbólico ao Morenão vai reunir passado e presente do futebol em MS

Paulo Nonato de Souza

O abraço simbólico ao Estádio Morenão, interditado desde o dia 19 de setembro de 2014 pelo Ministério Público Estadual, por ferir o Estatuto do Torcedor, vai reunir jogadores do passado e do presente, treinadores, presidentes de clubes, torcedores, imprensa esportiva e comunidade em geral, neste sábado, às 9 horas.

A expectativa é do radialista Arthur Mário Medeiros Ramalho. Ele e ex-jogadores Amarildo Carvalho e Nelson Barros, o Chaveirinho, encabeçam a ação organizada pelo “Mutirão Pró Futebol”, criado com objetivo de mobilizar a sociedade sul-mato-grossense por mudanças na gestão do futebol sul-mato-grossense.

Para Arthur Mário, as vistorias realizadas esta semana no Estádio Morenão por equipes de engenheiros e do Corpo de Bombeiros, a pedido da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), já são resultados do movimento “Pró Futebol”.

"O movimento propõe a união de todos que querem ver o nosso futebol novamente forte e competitivo, e pelo jeito já tirou a Federação do comodismo. Antes das vistorias estivemos no Morenão e vimos que o problema não é difícil de resolver, basta vontade da Federação para viabilizar os investimentos e a liberação do estádio", disse Arthur Mário.

Inaugurado em 7 de março de 1971, o Estádio Morenão foi o cenário da fase de glórias do futebol sul-mato-grossense nas décadas de 1970 e 1980. Nesse período, o Operário de Campo Grande foi terceiro colocado no Campeonato Brasileiro de 1977, ficando atrás apenas do São Paulo, campeão, e do Atlético Mineiro, vice.

“A ideia é recuperar a estima do torcedor, mas para trazer o torcedor de volta ao nosso futebol precisamos do estádio liberado, organização, gestão competente e investimento na melhoria do nível técnico das equipes”, frisou o ex-zagueiro Amarildo Carvalho, revelado no Operário e com passagens pelo Palmeiras e Porto de Portugal.

A decisão do MPE ao interditar o Morenão teve por base um ofício da Polícia Militar demonstrando que o estádio tem inadequações relativas à segurança dos torcedores. Por conta disso, só poderá ser liberado após a regularização.



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