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Campo Grande, Domingo, 17 de Junho de 2018

17/07/2015 15:16

Paulinho Simões diz que "abraço" ao Morenão será um grito de liberdade

Paulo Nonato de Souza
Apaixonado por futebol, o músico Paulinho Simões também cobra seriedade na gestão do futebol em Mato Grosso do Sul (Foto: Arquivo)Apaixonado por futebol, o músico Paulinho Simões também cobra seriedade na gestão do futebol em Mato Grosso do Sul (Foto: Arquivo)

O músico Paulinho Simões, o eterno parceiro do violeiro Almir Sater, disse nesta sexta-feira que o ato de abraço ao Estádio Morenão, dia 25 deste mês, às 9 horas, será um grito de liberdade para despertar a sociedade sul-mato-grossense para a importância do futebol como transformador social e instrumento de marketing positivo para o estado.

"Infelizmente o futebol encolheu em Mato Grosso do Sul. Tão vibrante e empolgante nas décadas de 1970 e 1980, houve um abandono do estádio Morenão por parte do público e o futebol que se vê hoje é o futebol da TV”, lamentou Paulinho Simões ao confirmar presença no evento que está sendo organizado pelo movimento “Mutirão Pró Futebol”, lançado no início de junho com a proposta de cobrar mudanças na gestão do futebol sul-mato-grossense.

Em nota distribuída nesta sexta-feira, o movimento atribui à Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul a situação do Estádio Morenão, que está interditado desde outubro de 2014 pelo Ministério Público Estadual por apresentar danos em sua estrutura e riscos aos torcedores. “Sem encontrar mecanismos para mudar esta situação, a Federação de Futebol tem uma gestão perpetuada do mesmo grupo há quase 30 anos, que se reelegem sem apresentar nenhuma proposta de melhoria”, diz a nota.

“O Morenão simboliza o futebol sul-mato-grossense que já foi forte, desenvolvido e representativo, mas há alguns anos sofre com a decadência a ponto de sair da agenda do campo-grandense”, ressaltou Arthur Mário Medeiros Ramalho, que lidera o “Mutirão Pró Futebol” ao lado dos ex-jogadores Amarildo Carvalho, ex-zagueiro revelado no Operário na década de 1980, e Nelson Barros, o Chaveirinho, ex-atacante revelação do Comercial na década de 1990.

Uma das bandeiras do movimento é a saída de Francisco Cezário de Oliveira da presidência da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul. Ele está no poder ininterrupto na entidade desde 1998 e no mês de abril deste ano tomou posse para mais um mandato que se estenderá até 2019.



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