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24/10/2013 15:18

Operário vai a julgamento sobre briga no Morenão e presidente não sabia

Presidente do Galo ficou sabendo pela imprensa, enquanto o Ubiratan coloca a culpa na torcida da Mancha Verde

Helton Verão
Confusão mobilizou muitos torcedores e até o árbitro chegou a paralisar o jogo para pedir à polícia que controlasse a situação (Foto: Divulgação)Confusão mobilizou muitos torcedores e até o árbitro chegou a paralisar o jogo para pedir à polícia que controlasse a situação (Foto: Divulgação)

A briga entre torcedores do Operário e Ubiratan, no dia 13 deste mês, estará em pauta no início da noite de hoje (24), às 18 horas, no julgamento do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva). O mais curioso, é que o presidente do Operário, Toni Vieira, não está sabendo do julgamento e só teve conhecimento do assunto quando foi abordado por nossa reportagem. “Não fui comunicado de nada. A única coisa que sei é que terá o julgamento do Coxim pela confusão no jogo que aconteceu lá”, respondeu Toni.

O árbitro citou além da briga, um sinalizador atirado em campo, que teria partido da torcida operariana. O Galo será julgado nos incisos I e III do Artigo 213, que correspondem à desordem na praça de desporto e lançamento de objetos no campo ou área de disputa. A publicação foi postada no site da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) e comunicada via email aos clubes na última terça-feira.

Já o clube de Dourados pode ser responsabilizado caso seja comprovado que o tumulto foi iniciado por seus torcedores.

O Ubiratan promete se defender culpando a torcida da Mancha Verde, que de acordo com os dirigentes, não teriam nenhuma ligação com o Leão da Fronteira. “Nosso advogado vai se basear na tese que não fazia parte de nossa torcida. Estão culpando a gente porque no meio desses torcedores tinha um rapaz com a camisa do Ubiratan que nem participou da briga, ele apenas correu”, argumenta o diretor de futebol do clube, Laerte Ramos. 

Ele explica que os integrantes da Mancha Verde eram de Dourados e também da matriz em Campo Grande.

O diretor não teme a perda de mandos de jogos, pois de acordo com ele, no artigo em que o clube foi enquadrado existe esta possibilidade, apenas a chance de multa. “Vamos trabalhar para não tomarmos uma multa alta”, comentou Ramos.

O diretor criticou a organização de jogos no Morenão e lembrou que em Dourados acontece a divisão de torcida. “Se estivesse dividida como acontece no Douradão, não tinha acontecido isso”, avaliou.

Confira o vídeo da confusão, registrado pelo site Exportiva MS:

A tal confusão em Coxim citada por Toni, é o assunto que estará em pauta de outro julgamento no TJD. No jogo do último dia 28 de setembro torcedores do Coxim entraram em conflito com os rivais do Operário, no estádio André Borges.

Apesar do TJD estar empenhado e até ter antecipado este julgamento, a possibilidade dos clubes serem punidos ainda nesta competição é pequena. Afinal o Operário pode jogar seu último jogo na competição contra o Ubiratan no dia 3 de novembro. E o Coxim cumpre tabela neste sábado diante do mesmo Leão da Fronteira.

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