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Campo Grande, Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

24/10/2011 18:45

Super Encontro de Craques é amanhã, com ídolos do futebol brasileiro

Nadyenka Castro

Rondinelli, Edu, Ademir da Guia e Biro Biro são as principais atrações do evento que comemora o aniversário do empresário Fernando Rezende

Biro Biro e Edu são dois dos craques que estarão no campo do Elias Gadia amanhã. (Foto: João Garrigó)Biro Biro e Edu são dois dos craques que estarão no campo do Elias Gadia amanhã. (Foto: João Garrigó)

A Praça Esportiva Elias Gadia, em Campo Grande, será, nesta terça-feira, cenário da 288ª edição do Super Encontro de Craques. O evento começa às 18 horas, tem entrada gratuira e terá a participação das estrelas do futebol nacional Rondinelli, Edu, Ademir da Guia e Biro Biro.

“É uma alegria participar do evento. E quando a gente não vem, fica com saudades. A gente fez muitos amigos aqui”, declarou Biro Biro. Ele, Edu e Fernando Rezende visitaram o Campo Grande News nesta segunda-feira.

O evento de amanhã também é em comemoração aos 54 anos de Rezende. Os quatro nomes conhecidos em todo o País vão jogar pelo time do aniversariante.

A primeira partida preliminar do dia será entre alunos do quarto ano Fundamental do colégio Funlec.Em seguida haverá um desafio entre equipes da TV Morena contra a TV Guanandi.

O duelo principal que fecha o evento será entre a equipe do Rezende e da Cassems. Além dos craques do passado, o time de Rezende também tem empresários e políticos já confirmados como o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, o deputado estadual Marquinhos Trad, deputado federal Fábio Trad e o vereador Herculano Borges.

Humildade - Edu, o Jonas Eduardo Américo, ex-ponta-esquerda e ídolo no Santos, nasceu em paulista de Jaú-SP, mora em Santos e sua canhota ainda é lembrada como uma das melhores do mundo. Participou das Copas de 1966, na Inglaterra, 70 no México, e 74 na Alemanha.

Foi o atleta mais novo a participar de uma Copa do Mundo, a da Inglaterra, aos 16 anos. “E também o mais novo a marcar gol em Copa do Mundo. Nem eu sabia. Uma historiadora me ligou e contou. Foi no jogo entre Brasil e México”, diz Edu.

Com a experiência como jogador, educador físico e de 10 anos como responsável por duas escolinhas de futebol, Edu dá a dica para quem sonha em fazer do futebol a profissão. “O ponto principal é a humildade. Que eles sejam realmente humildes. Que saibam respeitar os superiores e aproveitar as oportunidades que surgem”.

Além de atuar no futebol brasileiro, Edu também já jogou no México. Fala cinco idiomas e conheceu o mundo por causa do trabalho como jogador de futebol. O conhecimento que tem ele credita ao esporte e à educação: na escola e em casa.

Toda a experiência e o respeito adquirido nos campos e fora dele fazem de Edu até conselheiro. Neymar, ídolo atual do Santos, foi um dos que ‘deram ouvidos’ ao ex-craque. “Há um ano e pouco comentei com ele e com o pai dele sobre as expulsões. Falei para ele não reclamar com o juiz se sofrer falta”, fala.

Edu e o empresário, organizador do evento e aniversariante Fernando Rezende. (Foto: João Garrigó)Edu e o empresário, organizador do evento e aniversariante Fernando Rezende. (Foto: João Garrigó)

Biro Biro, Ademir da Guia e Rondinelli - Biro Biro foi uma das maiores estrelas corintianas da década de 80, uma geração que deixou para trás a angústia dos 22 anos na fila de títulos.

Chegou ao Corinthians em 1978 e logo se destacou entre os torcedores, tanto por sua cabeleira extravagante quanto por sua atuação no meio de campo. Jogador muito sério e disciplinado taticamente era o xerife do time até 1988.

Ademir da Guia é considerado o maior ídolo da história do Palmeiras. Filho do zagueiro Domingos da Guia, nasceu no dia 3 de abril de 1942, no Rio de janeiro.

Começou a carreira no Bangu e chegou ao time do Palestra Itália em 1961, ficando no clube até 1977, quando encerrou a carreira.

Sua trajetória fez ser apelidado de "Divino", adjetivo herdado do pai. A critica esportiva o considera o jogador mais injustiçado na história da seleção brasileira.

Apesar de toda a classe e maestria que jogava, disputou apenas uma partida em Copas do Mundo, a de 1974, quando Brasil já estava desclassificado. Em 2001, recebe homenagem por meio do livro "Divino: Vida e a arte de Ademir da Guia", de Kléber Mazziero de Souza.



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