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Após matéria, defesa de sucessor de Minotauro quer sigilo em ação

Por Anahi Zurutuza | 21/12/2020 06:00
Ederson Salinas foi preso com arma de grosso calibre em briga de trânsito (Foto: Divulgação)
Ederson Salinas foi preso com arma de grosso calibre em briga de trânsito (Foto: Divulgação)

Segredo – A defesa de Ederson Salinas Benítez, 30 anos, apontado como sucessor do narcotraficante brasileiro Sérgio de Arruda Quintiliano Netto, o Minotauro, quer segredo de justiça em processo que o cliente responde por porte ilegal de arma de fogo. É que na sexta-feira, dia 18, o Campo Grande News noticiou andamento da ação judicial.

Citação – O advogado Salomão Abe fez o pedido de decretação de sigilo no mesmo dia que a matéria “Sucessor de Minotauro é liberado da prisão para festar com família na Capital” foi publicada. Ele alega que o cliente “não tem relação alguma” com o narcotráfico.

Risco de morrer – A defesa argumenta que “a referida matéria publicada pode vir a colocar a sua vida [Ederson] e de sua família em perigo, tendo em vista que Ponta Porã se trata de região de fronteira e de fato existe uma guerra pelo poder”.

Tramitação - Ederson foi preso no dia 19 de janeiro deste ano por policiais do Garras (Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestro), em Ponta Porã, durante briga de trânsito. Ele estava armado com pistola calibre 380. Ele ganhou habeas corpus no dia 10 de março e agora, autorização para viajar. Ele poderá ficar fora de Ponta Porã por 20 dias, contados de ontem até 7 de janeiro.

Mandetta na capa da Istoé (Foto: Reprodução)
Mandetta na capa da Istoé (Foto: Reprodução)

Premiado – O médico sul-mato-grossense e ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi escolhido pela Revista Istoé como um dos “Brasileiros do Ano” e está na primeira página da última edição junto com outros profissionais da saúde.

Pandemia – Na chamada da capa, a Istoé afirma que médicos são os verdadeiros heróis de 2020. “Não fosse por eles, a pandemia, que já vitimou 200 mil brasileiros, teria sido pior”.

Agradecimento – Pelas redes sociais, Mandetta comemorou o prêmio e aproveitou para fazer campanha pela vacinação em massa o mais rápido possível. “Agradeço à equipe da @revistaistoe e a Editora3 pelo reconhecimento e carinho da redação. O trabalho sempre foi franco e baseado nos pilares da ciência, do SUS e da defesa da vida. Vamos lutar ainda uma batalha muito dura. Vacina Brasil!”.

Ops – A assessoria de imprensa Guarda Civil Metropolitana precisou enviar um “ops” em lista de transmissão para publicação dos resultados da fiscalização do toque de recolher e outras ações da corporação.

Manchete - A divulgação era sobre festa com 50 pessoas encerradas na Avenida Três Barras e foto mostra viaturas em frente a motel. Imagine o título. “Guarda acaba com festa que reunia 50 pessoas em motel”, não é? Não. Os veículos só estavam estacionados no local. Segundo a assessoria de imprensa, a aglomeração era em local em frente ao estabelecimento.

Nos canais – Foi só no dia 11 de dezembro que a comunicação do Ministério da Saúde descobriu o Telegram, aplicativo que permitem a abertura de canais com número ilimitado de usuários. Apesar de terem cadastrado o número que transmite os boletins epidemiológicos da covid-19 para a imprensa diariamente no App continuam fazendo o envio das informações por grupo no WhatsApp, que tem limite de participantes. Vai entender.

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