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Associação de Moradores "ganha" R$ 37 mil de Bernal

Por Edivaldo Bitencourt | 04/11/2015 06:00

A contemplada – A Associação dos Moradores das Moreninhas I e II não foi atingida pela crise que atinge a Prefeitura Municipal de Campo Grande. A entidade vai receber R$ 37 mil da administração do prefeito Alcides Bernal (PP), conforme quatro contratos publicados ontem no Diário Oficial.

Manutenção – Conforme os contratos, assinados pelo representante do bairro, Jorge Dauri de Oliveira Fernandes, e a secretária municipal de Assistência Social, Marcela Rodrigues Carneiro, os valores oscilam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil. O valor é para aquisição de produtos e manutenção.

Sortuda – A Associação das Moreninhas I e II foi a única entidade de bairro contemplada com a liberação de dinheiro. O montante é liberado justamente durante o parcelamento dos salários dos servidores e ainda sob moratória de 90 dias, decretada por Bernal logo após a posse.

Na lama – O vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), ainda busca explicação para o caos implantado na Capital. Ele brincou que o diabo passou o rabo pela cidade, que não consegue sair da crise e só vê a situação piorar a cada dia.

Enrolada – A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) não deve ficar em paz tão cedo. Os vereadores de oposição não perdoam as acusações feitas em depoimento à força-tarefa do MPE que investiga as denúncias da Operação Lama Asfáltica.

Pizza – O vereador Airton Saraiva (DEM) admite que a CPI das Contas Públicas deve acabar em pizza. Ele não deve propor punições nem indiciar ninguém pela situação caótica das finança da Prefeitura de Campo Grande.

Sem resposta – O deputado estadual João Grandão (PT) ainda não liberou o projeto sobre a inclusão de Mato Grosso do Sul no consórcio Brasil Central. O petista justificou que aguarda informação do Governo de onde sairá o recurso necessário para formar o grupo com Goiás, Mato Grosso e Tocantins.

Duas situações – O deputado estadual Pedro Kemp (PT) sentiu os dois lados da moeda, digamos assim, ontem de manhã. Ao defender a presidente Dilma Rousseff (PT), ele foi vaiado pelos empresários. No entanto, ao lembrar que o pacote de ajuste fiscal estadual só não foi aprovado por causa do PT, foi aplaudido.

Metas – O PMDB definiu como prioridade a eleição de prefeitos em 30 cidades. Mais modesto, o PT também já faz as contas para 2016 e quer eleger os prefeitos em 15 municípios.

Mais prazo – Bernal ganhou mais tempo no cargo. O Tribunal de Justiça só vai voltar analisar o recurso, que pode lhe custar o mandato, após as partes se manifestarem. Cada uma terá cinco dias. Ou seja, o caso pode ficar para dezembro ou, quem sabe, para fevereiro de 2016.

(colaboraram Antonio Marques e Leonardo Rocha)

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