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07/04/2011 06:00

Outra vitória

Jogo Aberto

Os vereadores de Campo Grande Paulo Siufi, Jamal Salem e Loester Nunes vão aderir à paralisação dos médicos. Além de vereadores, os três exercem a Medicina e também reclamam dos preços repassados pelos planos de saúde

O protesto dos médicos contra a Unimed deve surtir efeito, mas quem vai pagar a conta é o consumidor. O reajuste será de 50% no valor da consulta dos planos em que a empresa paga metade e o funcionário arca com a outra parte.

O vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão, viu de perto a violência que é motivo de reclamação de muitos moradores na região do bairro Nova Lima. Vindo dos movimentos comunitários, ele é vizinho do supermercado em que, após um assalto, um ladrão foi baleado e morreu e outro ficou ferido.

A senadora tucana, Marisa Serrano desceu a lenha pelo twitter nos acusados no mensalão petista após revistas trazerem o relatório final do inquérito sobre o caso. "Fico imaginando como combate à corrupção impactaria nos investimentos d infra-estrutura, redução de impostos, melhoria da saúde e da educação. A corrupção é um dos principais obstáculos para atingir o desenvolvimento com redução das desigualdades sociais" twittou a senadora.

Ao anunciar o projeto piloto de mediação de conflitos no bairro Los Angeles para o dia 19, o promotor Douglas Oldegardo Cavalheiro disse não saber o que vai encontrar por lá. “Vai que apanhamos”, comentou sobre o bairro apontado como um dos mais violentos da Capital.

A fabricante da marca TNG, uma das principais confecções no Brasil, anunciou ontem ao governador André Puccinelli que pretente transferir para Três Lagoas a matriz da indústria. Hoje já são duas lojas na Capital e um Centro de Distribuição em Três Lagoas.

Assim que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul passar a cumprir a determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para adotar o expediente integral, a OAB deve comunicar ao Supremo Tribunal Federal a perda do objeto da ação movida contra o TJ no ano passado, após a concentração do horário de funcionamento à tarde.

A OAB de MS, aliás, está comemorando as citações na imprensa nacional após o CNJ ter decidido pelo horário integral para todo o País ao julgar pedido de providências da entidade.

No mesmo dia em que saiu essa decisão, o Conselho também acatou pedido da Ordem para que os concursos da Magistratura passem a ter entre seus conteúdos o Estatuto da OAB.

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É UM ASSUNTO ESPECIAL, FALTA CONSCIÊNCIA DIVINA, MORAL, E DE BONS CONSTUMES DOS DIRIGENTES DESTE PAÍS, O POVO TAMBÉM QUANDO FOR VOTAR, SÓ VOTAR EM CONHECIDOS, PESSOAS COM AS QUAIS ELES POSSAM CONVERSAR A QUAISQUER MOMENTOS, NÃO ATRAVÉS DE CABOS ELEITORAIS, E OS ELEITOS SEREM CONSCIÊNTES QUE SÃO NADA MAIS, NADA MENOS QUE SERVIDORES PÚBLICOS, SERVIR O POVO, É A OBRIGAÇÃO DELES,
 
PEDRO BRAGA em 08/04/2011 08:09:58
Como sempre a conta pela paralisação dos médicos pende para o lado da população. Somos sobrecarregados por impostos e taxas, valendo lembrar, que impostos estes comparados aos países de primeiro mundo, contudo, não existe a mesma contrapartida. É uma via de mão única. O que mais me admira são os três vereadores "médicos", que em vez de criar soluções através do legislativo, aderem também a paralisação, prejudicando principalmente a população que mais necessita de cuidados. Mas é bom lembrar, que somos nós, os culpados de colocá-los na Câmara de Vereadores para nos representar. Acorda, povo Campograndense, ano que vem têm eleição!
 
Roberto Rocha em 08/04/2011 07:54:15
Sem comentário...
 
FRANCISCO JOSE DA SILVA em 07/04/2011 12:18:39
Promotor Douglas Oldegardo Cavalheiro, com esse infeliz comentario o Sr mostrou o que representantes da Justiça acha da populaçao carente, enquanto o Sr não despirem seus preconceitos sobre gente pobre que mora em bairros violentos, nao conseguirao ajudar as população que deseja a paz. Los Angeles, Parque do Sol e Dom antonio sao tres bairros com extrema carencia e negligenciados pelo poder publico, o que favorece o crescimento da marginalidade, entretanto as pessoas que forem procurar pelo serviço de mediação, certamente estarão dispostas a resolverem seus conflitos na paz e no dialogo. Preconceito não, viu?
 
leticia mello em 07/04/2011 08:00:18
Baita hipocrisia, os comentários contra a paralização por um dia feito pela classe médica. Eles tem o direito legítimo de realizarem seu protesto. É uma profissão de primeira linha e como tal devem ser tratados. O que falta é vergonha na cara de certos políticos que não priorizam a saúde, educação e segurança.
 
Valter Antunes Oliveira em 07/04/2011 06:10:37
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