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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Agosto de 2018


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16/01/2018 06:00

Cury já se programa para votar taxa do lixo

Marta Ferreira

Preparado- Embora a situação ainda esteja, estranhamente, indefinida, o ex-vereador Eduardo Cury (SD) já conta como certa sua participação na votação do projeto sobre a taxa do lixo em Campo Grande. Se tudo sair como o programado, a nova proposta da prefeitura vai a plenário na sexta-feira.

Troca - Cury requisitou a vaga de Lucas de Lima (SD), que corre risco de perder o mandato em razão de uma condenação transitada em julgado no STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas a situação ainda não foi definida.  

Não andou - Protocolada no dia 8 de janeiro, a ação do DEM questionando a lei da taxa do lixo em Campo Grande não teve efeito prático. O pedido para derrubar a taxa está parado, à espera da decisão da ministra Rosa Weber. Como a própria prefeitura já desistiu da cobrança como a lei determinou, a ação deve perder o objeto.

Não foi – Em visita à família no Rio Grande do Sul, o ministro Carlos Marun (PMDB/MS) não participou da caminhada que o presidente Michel Temer fez com integrantes do primeiro escalão, no domingo. Fotografada e filmada, a caminhada do presidente antecedeu reunião que tratou da situação da economia do País. 

Inteirado – Marun não estava, mas ontem, logo que voltou para Brasília, alinhou o discurso com o da equipe econômica. Marun almoçou com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Análise - O ministro saiu do encontro dizendo que o rebaixamento da nota brasileira pela agência internacional Standard & Poors pode ajudar a convencer os deputados a votarem pela reforma da previdência.

Defendeu – Marun também aproveitou para defender a posse de Cristiane Brasil como ministra, apesar do veto da Justiça. Argumentou que a Constituição prevê a escolha de ministros como atos privativos do presidente e que pode ter havido um equívoco na decisão judicial que impediu a deputada de assumir o cargo.

Indisciplina – A governadora em exercício, Rose Modesto (PSDB), defendeu lei que prevê punições aos alunos que não se comportarem na escola. “Chegou de uma forma que agradou todo mundo”, destacou em evento público, ao comentar a nova legislação, que foi bastante polêmica até a chegada a um consenso na Assembleia.

Benefícios – Depois da sanção, Modesto ressaltou que a lei assegura o direito de todos de estudar “numa escola organizada que não tem sua integridade tocada e, de repente, ninguém responder por isso”. Ou seja, contra a impunidade ela seria alternativa viável sem afronta aos direitos das crianças e adolescentes.

Brinde - Defendido com unhas e dentes por seus "eleitores-fãs", o pré-candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, virou até estampa de chinelo. Convidados de aniversário realizado em Campo Grande no fim de semana receberam o mimo para aquela fase da festa em que todos acabam ficando descalços para dançar.

 

 

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