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11/04/2015 07:00

Defensores da volta dos militares também vão às ruas

Edivaldo Bitencourt

Segurança – A Polícia Militar promete reforçar a segurança para a manifestação deste domingo contra a presidente da República, Dilma Rousseff (PT). No entanto, o comando garante que não haverá desfalque na segurança dos bairros durante o protesto deste fim de semana.

Excluídos – Um grupo não gostou de ser excluído da manifestação em Mato Grosso do Sul. Eles defendem a intervenção militar para afastar Dilma e o PT do poder. Aliás, o protesto de 12 de abril promete repetir 15 de março e reunir os descontentes com a corrupção, com o PT, com Dilma, com os impostos, etc.

Sem vereadores – Os vereadores não vão repetir a estratégia de março e não devem participar da manifestação neste domingo. Nem os parlamentares da oposição devem comparecer ao evento. Deputados também não devem comparecer.

Meta – A organização do protesto deste domingo promete dobrar o número de manifestantes marchando na Avenida Afonso Pena. Pelos cálculos da PM, foram 32 mil pessoas em 15 de março. Ou seja, neste caso, serão 60 mil domingo. Pelo cálculo da organização, pode chegara a 200 mil.

Voz das ruas – Campo Grande registrou uma das maiores manifestações democráticas contra a corrupção em 20 de junho de 2013. Naquele dia, segundo a Agetran, foram 60 mil pessoas na marcha contra a corrupção.

Imagem – O PT está preocupado com a imagem da sigla após as denúncias de corrupção. Mas não é só isso que preocupa os petistas. Durante os encontros regionais da legenda, a principal preocupação é unir os grupos, incluindo-se os defensores do deputado federal Zeca do PT e do senador Delcídio do Amaral.

Encontro – O ex-deputado federal Antonio Carlos Biffi é um dos mais preocupados em buscar o consenso no PT. Ele vem comandando reuniões para unificar o discurso do partido e fortalecer a legenda visando as eleições municipais de 2016.

Qualquer coisa – O senador Waldemir Moka (PMDB) observou, durante reunião com os prefeitos, que qualquer erro nos projetos é obstáculo para a liberação dos recursos. Ele disse que até uma vírgula fora do lugar é motivo de óbice para o Governo federal liberar o dinheiro para os municípios.

Sem dinheiro – Moka contou que a crise econômica é brava e feia. Ele até recorreu ao guarani para dizer que há pouco recurso para investimentos. “Daipore la prata”, brincou o peemedebista, que também é da região de fronteira e entende a segunda língua usada pelos paraguaios.

Reuniões – O ex-deputado federal Edson Giroto promete fazer um levantamento da situação de todas as rodovias brasileiras. Ontem, ele se reuniu com técnicos e empresários no DNIT para conhecer a situação das rodovias federais em MS. Nova reunião deverá ocorrer na próxima sexta-feira na Capital.

(colaborou Caroline Maldonado e Ricardo Campos Jr.)

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Militares? Nunca mais! Graças a Deus o Brasil se livrou desse outro mal em 1985... já passou... já passou... "vade retro satana"!
 
Hugo Alves em 11/04/2015 10:15:50
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