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01/04/2015 06:00

Ex-governador está pronto para a guerra

Edivaldo Bitencourt

Paralelo - O ex-governador André Puccinelli (PMDB) mantém seu staff em atividade. O grupo se reúne, periodicamente, para avaliar os passos do atual governo. Por enquanto, sem armas em punho, mas prontos para a “guerra”.

Mina de ouro - Contratos milionários envolvendo entidade filantrópica e órgãos públicos municipais e estaduais começam a ser investigados. Parte dos vultosos valores, pagos pela tercerização de serviços, voltava em forma de “agradecimento” a políticos e dirigentes da própria sociedade.

Infelizes – A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) ficou indignada com os vereadores de Campo Grande. Pré-candidata a prefeita da Capital, ela não se preocupou em buscar aliadas e detonou os três vereadores do partido. Na sua avaliação, eles não têm o que fazer.

Forasteira – Mara não gostou de ser chamada de forasteira pelos vereadores. No entanto, ela não é a primeira a disputar a prefeitura. O cargo já foi disputado por Zeca do PT (Porto Murtinho), André Puccinelli (Fátima do Sul) e Reinaldo Azambuja (Maracaju).

Podre – Para a deputada estadual, ela só foi atacada porque tem chance de repetir a façanha do peemedebista, que foi eleito por dois mandatos. “Não se ataca pedra em laranja podre”, destacou.

Futuro – O deputado estadual Paulo Corrêa (PR) aposta em resultado prático com a nova CPI da Enersul. Ele disse que não presidiu nenhuma comissão que não teve impacto positivo para a população. Presidente da primeira CPI da concessionária de energia, ele lembrou que houve ressarcimento de R$ 200 milhões aos consumidores.

Inversão – O deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB), autor do requerimento criando a CPI, espera uma inversão nos papeis. Ele espera ficar com o cargo de presidente da comissão, enquanto Corrêa, que presidiu a primeira, assumir a relatoria do grupo. O republicano não gostou da proposta e lembrou que Lauro Davi (PROS) não ficou com a presidência da CPI da Saúde.

Lucro – A concessionária de energia registrou lucro no ano passado em Mato Grosso do Sul. Balanço divulgado pela Energisa aponta ganho de R$ 33,4 milhões em 2014, contra um prejuízo de R$ 21,1 milhões em 2013.

Esperança – A oposição não desiste de instalar uma CPI contra o prefeito Gilmar Olarte (PP) na Câmara Municipal. Como não houve sucesso na investigação na área cultural, os vereadores voltaram a sonhar com a CPI do Jatinho. No entanto, o grupo não consegue as 10 assinaturas necessárias para criar a comissão.

Bobeou – A base aliada bobeou, ontem, na Câmara Municipal. Um empresário foi acompanhar a votação de projeto de concessão de incentivo, mas não houve quórum para votar a proposta. O líder do prefeito, Edil Albuquerque (PMDB), lamentou o cochilo.

(colaboraram Leonardo Rocha, Kleber Clajus e Daniel Machado)

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