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Jogo Aberto

De olho no mercado

Por Jogo Aberto | 20/04/2011 06:00

Ainda não é oficial, mas o novo superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul deve ser Edgar Paulo Marcon, que já atuou em 2007 como delegado aqui. Hoje, ele é chefe da delegacia regional de combate ao crime organizado, em São Paulo.

A Acrissul cortou até alimentação que normalmente dava aos policiais militares e servidores municipais da fiscalização durante a Expogrande. O acesso, que antes era liberado para que esses funcionários fizessem um lanche no interior da feira ou usassem o banheiro,também foi dificultado.

O resultado é a debandada geral de órgãos como a Ciptran, que sempre fez a organização do trânsito durante os dias de feira. Sem estrutura para trabalhar, os servidores não são mais vistos pelo local.

A ex-presidente do CRA-MS (Conselho Regional de Administração de Mato Grosso do Sul)foi vista na semana passada, durante a abertura da Expogrande, conversando sobre sua indicação para Superintendência dos Correios no Estado. O nome teria sido vetado por petistas em Brasília.

Em Coxim no último sábado, no jogo entre Comercial e Rio Verde, um cabo da Polícia Militar que fazia a segurança do evento censurou a torcida, proibida de falar palavrões. Disse que havia crianças e mulheres no local e ameaçou prender todos que violassem os "bons constumes" da cidade.

Do lado da arquibanca ninguém xingava, nem o juíz - como é de costume nas partidas de futebol, no entanto o bandeirinha da partida se irritou e começou a xingar os jogadores que reclamavam com palavras de baixo calão.

No domingo, no início do jogo entre Operário e Maracaju, as torcidas operarianas fizeram feio e reproduziram as atitudes condenadas em outros Estados. A Garra Operariana e Esquadrão Operariano brigaram entre sí e quem perdeu foi o time, que foi derrotado por 3 a 1.

A gasolina já ultrapassou a casa dos R$ 3 por litro em Campo Grande, após a ameaça de falta de combustível na semana passada. No Posto Small, o combustível está sendo vendido a R$ 3,11. E dizem que vem novos aumentos por aí.

No interior, a situação é pior ainda. Em Três Lagoas, do ladinho de São Paulo, a gasolina está quase R$ 3,50. O que ninguém entende é como que estando tão próxima do centro distribuidor, a cidade tenha um combustível tão caro.

No vácuo do aumento dos preços dos combustíveis, a MS-Gás, que teve queda no consumo do GNV no ano passado, planeja atacar o mercado, oferecendo um produto que é bem mais barato mas ainda não conquistou tanta credibilidade. A empresa tem potencial para triplicar sua distribuição de gás para automóveis no Estado.