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20/01/2015 06:00

Funcionários ameaçam "xerife" da saúde e secretário intervém

Edivaldo Bitencourt

Sem mudanças – O senador Delcídio do Amaral (PT) nega que esteja promovendo mudanças na equipe após a derrota nas eleições do ano passado. Ele disse que o escritório em Campo Grande só está fechado por causa do recesso parlamentar, que termina neste mês.

Não muda – O senador também negou mudança no comando do diretório municipal na Capital. O PT deve manter Gildo de Oliveira na presidência apesar do fiasco em Campo Grande nas eleições de outubro do ano passado. Só vai mudar o comando regional, mas a pedido do prefeito Paulo Duarte.

Defesa – O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Jerson Domingos (PMDB), defendeu o ex-governador André Puccinelli (PMDB) das críticas do sucessor, Reinaldo Azambuja (PSDB). O tucano tem dito que há um pacote de maldades e um rombo nas contas públicas.

Juízo – Jerson disse que o peemedebista nunca “perdeu e jamais vai perder o juízo” como administrador público. Ele classificou como “questão passageira” a avaliação feita por Reinaldo e que deve passar em nome do trabalho por Mato Grosso do Sul.

Aval – O presidente do legislativo destacou que o Tribunal de Contas vai avaliar se houve eventual desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. Jerson deve assumir o cargo de conselheiro do TCE ainda neste mês.

Chantagem – Os funcionários e médicos estão revoltados com a administradora do Hospital da Criança do SUS, o Centro Municipal Pediátrico, Renata Guedes Alves Allegretti. Ela comanda a equipe que vem vistoriando os postos de saúde e fazendo um raio-X nos atestados médicos. Os descontentes ameaçam espalhar outdoors contra a “xerife da saúde” em vários pontos da cidade.

Paz – O secretário municipal de Saúde, Jamal Salem, decidiu intervir e colocar panos quentes no conflito. Ele pediu a compreensão dos descontentes e mais cautela para Renata na execução das medidas para melhorar o atendimento nos postos de saúde.

Divididos – Os deputados federais de Mato Grosso do Sul devem se dividir entre os candidatos a presidente da Câmara dos Deputados: Arlindo Chinaglia (PT), Eduardo Cunha (PMDB) e Júlio Delgado (PSB).

Nem sempre – O deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) está no grupo de indecisos, apesar da sigla ter fechado apoio a Delgado. No entanto, o socialista já conta com os votos de Tereza Cristina (PSB) e Márcio Monteiro (PSDB). Se o democrata aderir, ele fica com três dos oito votos no Estado.

Restante – Zeca do PT e Vander Loubet fecham com Chinaglia. Carlos Marun e Geraldo Rezende votam em Cunha. Dagoberto Nogueira (PDT) ainda não anunciou em quem vota para comandar o legislativo neste ano.

(colaboraram Juliene Katayama, Kleber Clajus e Michel Faustino)

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