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26/01/2011 06:00

Acidente

Jogo Aberto

O governador André Puccinelli está acompanhando de perto as negociações pela 1ª Secretaria da Assembleia. Na segunda-feira, ele recebeu as visitas de Jerson Domingos (PMDB) e Londres Machado (PR). Depois, após o PR fechar consenso, Paulo Corrêa tratou de avisar o governador pessoalmente que foi o escolhido para a vaga.

Com a presidência da Assembleia garantida, o PMDB ainda não se reuniu para falar sobre os outros cargos da Mesa Diretora. Uma reunião é esperada para os próximos dias, provavelmente nesta quinta-feira. O provável é que o partido decida por apoiar uma chapa com Paulo Corrêa (PR) na 1ª secretaria.

O presidente Jerson Domingos está fazendo campanha para Paulo Corrêa. Ontem, encontrou Felipe Orro (PDT) nos corredores e chamou o novo deputado para conversar. Apesar disso, Jerson não conseguiu convencer o pedetista. À tarde, com Márcio Fernandes (PTdoB), teve mais sucesso e garantiu voto.

Primeiro suplente de coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Professor Rinaldo (PSDB) manteve a decoração, a mobília e os servidores no gabinete. Ele permanece no cargo de deputado até o próximo dia 31 (no dia 1º acontece a posse dos eleitos e reeleitos), mas sabe que voltará depois.

Rinaldo voltará à Assembleia assumindo a vaga que pertence a Carlos Marun, que pedirá licença para cuidar da Secretaria de Habitação. Ele só não sabe quando isso vai acontecer. “Eu não sei se ele vai se afastar logo no dia da posse, um dia depois, dois, ou um mês depois”, afirmou.

Eduardo Rocha poderá ser o novo líder do PMDB na Assembleia Legislativa. O deputado de primeiro mandato, que é marido da vice-governadora Simone Tebet, já manifestou interesse de ser o líder do partido. Até agora ninguém se opôs. Na legislatura passada, a função era do então deputado Akira Otsubo.

Erro de informação cometido na novela Insensato Coração, sobre a localização de Bonito, foi um assunto extremamente comentado, inclusive pela classe política. “Continua a ignorância (ou seria falta de respeito?) da Rede Globo. Na novela dos caras, eles acham que Bonito é no Mato Grosso”, reclamou Paulo Duarte (PT).

O ex-governador Zeca do PT aproveitou a confusão para voltar a defender a troca do nome do Estado. “Bonito fica em Mato Grosso do Sul! Sempre defendi que o nosso estado se chama-se ‘Estado do Pantanal’ para pôr fim nessa confusão entre MT e MS”, afirmou.

Sem mandato e sem gabinete, o ex-deputado Dagoberto Nogueira, derrotado na disputa pelo Senado, fechou também o escritório político e agora atende no diretório do PDT. Na segunda-feira, chegou a atender cerca de 30 pessoas no partido.

Enquanto vários deputados discutem os cargos da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Diogo Tita (PPS) foi para São José do Rio Preto (SP). É que a mãe dele sofreu um acidente de trânsito em Paranaíba e teve que passar ontem por cirurgia em uma das pernas em um hospital no interior paulista. Funcionários dele dizem que não foi um acidente grave.

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Já passou da hora de trocar o nome do estado e acabar de vez com gafes e ficar corrigindo pessoas. Estaremos sempre na sombra do MT sem identidade própria. Acompanhei a luta do dep Arroyo por um plebiscito sem resultado, e do ex gov Zeca que teve a sacada que esta mudança vai nos favorecer. Ainda assim autoridades e politicos de pensamento e espirito medieval querem manter o nome do estado, e o pior de tudo com o aval, ou seja com o voto da sociedade.
 
andrea barros em 26/01/2011 10:42:57
Não adianta reclamar que o Brasil (e a Rede Globo) nem nos reconheçam o nome. Que Estado é esse que deputados são tão subservientes, a ponto de "disputarem" a honra de "comunicar oficialmente" ao governador quem foi escolhido para algum cargo na mesa diretora? Que tipo de democracia e equilibrio de Poderes é esse? Que Estado é esse que se incomoda pelo desastrado nome que recebeu (o sul do Estado que ja era antes) e depois passa decadas discutindo se quer ou não uma mudança - ja que a necessidade já é consenso -, apenas porque a discussão foi levantada por um ex-governador, adversário político do atual. Vamos acordar MS, deixar velhas picuinhas de lado e ao menos tentar pensar em um projeto de desenvolvimento de verdade. Perdemos a copa para o Estado irmão do norte por absoluta incompetência... Enquanto Blairo Maggi trabalhou por anos para isso, nosso governador acordou para a coisa faltando um mês para a decisão da FIFA e com uma idéia genial: contratar Luiza Brunett. Imagine... e depois ficamos mordendo os cotovelos de raiva e inveja do progresso do Mato Grosso.
 
Arthur Netto em 26/01/2011 09:29:00
Não é mudando o nome do Estado de Mato Grosso do Sul para outro que o problema será resolvido. Infelizmente parte da população brasileira é sem cultura e quanto maior a cidade brasileira, maior a ignorância. O Rio de Janeiro é composto de muitas pessoas atrasadas que vivem pensando nos times de futebol, não leem, não estudam e São Paulo, principalmente a capital é composta de todo tipo de gente. Nâo tem tempo para pensar, vivem na correria, enquanto que nós sul-matogrossenses temos o privilégio de ter tempo de trocar idéia.
Quando saímos do Brasil, percebemos o quanto temos que estudar, mas o europeu sabe aonde está localizado o pantanal.
A primeira vez que contatei meus parentes em Portugal, eles perguntaram-me se eu morava no Rio de Janeiro. Respondi que morava em Mato Grosso do Sul, quando me disseram que no Rio de Janeiro tinha guerra civil. Concordei, afinal o que acontece ali todo dia é uma guerra contra os traficantes, uma guerra civil que mata muitas pessoas e a globo não mostra a realidade.
Eu gostaria que alguém utilisasse de um espaço na globo e desse uma aula de geografia, pois muita gente tem que começar a estudar.
Certa vez o ex-senador do Pará, Jarbas Passarinho escreveu um artigo e trocou Colônia Militar dos Dourados por Ladário, imediatamente enviei um artigo para o Jornal O Estado de São Paulo. Na edição da semana posterior veio o pedido de desculpas.
Aonde estão os nossos políticos para responder essas má informações?
O nosso governador que é ítalo-brasileiro, nossos três senadores e deputados federais poderiam dar uma aula de geografia.
Vamos ensinar esse povo atrasado que sabe apenas votar em Tiririca, Romário, Maluf et caterva.
 
José Tibiriçá Martins Ferreora em 26/01/2011 09:01:40
Meus antepassados da parte materna, nos ultimos 200 anos são em sua grande maioria naturais da região de Cáceres no MT, eu nasci em Três Lagoas - MT, após a divisão, virei Sulmatogrossense, acho que ficou bem assim, pois não perdi aquele gostinho de continuar dizendo que sou "Matogrossense", mesmo que do "Sul" Porém não dá pra entender porque, (visto que isto sempre trás polêmica) entra governo e sai governo e não se investe com seriedade (não em escola de samba que só será vista em uma passagem na marquêz de sapucaí) na divulgação deste lindo estado que nós temos, como já fêz a BAHIA, MINAS GERAIS e outros, e assim de quebra, através de esclarecimento ao BRASIL, fazer esse desmembramento tão nescessário para evitar esse tipo de confusão. Quanto aos que querem mudar o nome do estado, que tal vocês irem procurar algo mais sensato prá fazer, pois para se renomear uma estrutura destas não é tão simples assim como as suas SANTAS IGNORÂNCIAS imaginam.
 
Antonio Mazeica em 26/01/2011 08:59:41
A morinbunda Madre Teresa de Murtinho,já respirando por aparelhos(politicamente),aproveita a melhora injetada por oxigênio,e já dá palpite sobre a mudança de nome do Estado.Quer ter escrito na lápide(política):"Eu sugeri o nome PANTANAL".
 
Ronaldo Ancél Alves em 26/01/2011 08:12:46
Creio eu que o grande equivoco quando da divisão do Estado Mato Grosso foi a não renomeação da região norte para Estado de MATO GROSSO DO NORTE como já ocorre com o com os Estados do Rio Grande do Sul e do Rio Grande do Norte. Por que não a mundaça do Estado de MATO GROSSO para MATO GROSSO DO NORTE???
 
Aurivam Gomes Monteiro em 26/01/2011 05:57:52
Em relação ao nome do Estado, vale lembrar que não foram os políticos autais (com exceção de um, o Londres Machado) que aceitaram o nome quando da divisão do Estado. A pergunta é: Quem teria coragem de contradizer algum general nos idos de 1.977?
 
Osmar Felinto de Mello em 26/01/2011 05:40:07
Se o Marun, como já era de se esperar há muito tempo, vai prá Secretaria de Habitação, o Giroto, vai prá onde?
 
Osmar Felinto de Mello em 26/01/2011 05:36:42
Eu como a maioria das pessoas que conheço, sou favorável à mudança de nome do estado.
Independente do autor da idéia, proponho uma mobilização da sociedade em torno da mudança do nome, cobrando isso dos nossos políticos (algo semelhante à contrariedade da volta da CPMF).
O colega que acha ser inviável, deve ir morar no Mato Grosso, já que faz questão de falar que é "Matogrossense"!
Estou cansado de escutar, quando viagem para outros estados, que o estado que nossos antepassados lutaram tanto para separar, é mesma coisa de Mato Grosso. Para mim é como se me chamasem para a briga .
Quanto ao Zeca, se a mudança ocorrer, ter dado a idéia sera a primeira boa ação que ele feita por ele em nosso estado.
 
Celso Barbosa Martins Neto em 26/01/2011 01:05:14
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