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Jogo Aberto

Motivo da ida de pistoleiro Zezinho ao RN ainda é mistério

Por Marta Ferreira, Silvia Frias e Gabriela Couto | 22/03/2021 06:00
Material que foi apreendido com Zezinho depois da morte em confronto com policiais do Rio Grande do Norte. (Foto: Divulgação)
Material que foi apreendido com Zezinho depois da morte em confronto com policiais do Rio Grande do Norte. (Foto: Divulgação)

Nada por enquanto  – Quase três meses depois, a morte de José Moreira Freires, o “Zezinho” em confronto com a polícia do Rio Grande do Norte, ainda está sob investigação. O principal ponto de interrogação é quanto ao motivo que levou ao nordeste o ex-guarda civil metropolitano de Campo Grande, condenado por executar o delegado Paulo Magalhães.

Mais prazo – O inquérito está a cargo da Deicor (Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado), que informou ter solicitado mais prazo para condução dos trabalhos. Nada mais foi revelado.

Reservado – Segundo a informação dada à coluna, a investigação corre sob sigilo. Havia a suspeita de que Zezinho estivesse envolvido em plano de morte de autoridades.

Interessa – Quando o pistoleiro foi morto, em 15 de dezembro de 2020, foram apreendidos dois celulares com ele, cujo conteúdo armazenado é considerado importante para operação Omertà, desenvolvida em Mato Grosso do Sul desde 2019, contra organização criminosa voltada a execuções, tráfico de armas como forma de manter a exploração do jogo do bicho.

Ajuda estadual – Projeto de lei do governo do Estado prevendo auxílio emergencial para cerca de 100 mil famílias carentes de Mato Grosso do Sul ainda está em análise. Ainda há indefinição sobre os valores a serem empregados.

Talvez amanhã – A estimativa inicial é de valor de R$ 250. O martelo sobre o texto pode ser batido nesta terça-feira (23), diante da urgência do tema. Mas a data de aprovação não tem previsão, pois os trabalhos estão suspensos até dia 28, em razão do feriadão   criado em Campo Grande para

Envolvimento – O secretário de Estado de Obras e Infraestrutura, Eduardo Riedel, continua atuando em muitos assuntos importantes do governo do Estado, embora não esteja mais na Casa Civil. O próprio projeto do auxílio emergencial estadual tem o dedo de Riedel no texto.

Utilidade pública – A Assembleia Legislativa já editou quatro consolidações de leis estaduais. Coordenados pelo secretário de assuntos legislativos e jurídicos Luiz Henrique Volpe Camargo, os documentos são considerados de utilidade pública para a sociedade no processo de consulta da legislação vigente.

Áreas – As peças englobam medidas legais nas áreas tributárias, saúde, defesa do consumidor e datas comemorativas.   Todas tem nota do presidente da Casa de Leis, deputado Paulo Corrêa (PSDB).

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